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Metamorfoses da Rua

De 22/06/2021 a 27/07/2021

 

O que está em jogo na forma de viver, interagir e partilhar a cidade? 
De que maneira a rua cria ou nega essa possibilidade? 

A cidade é o palco da vida moderna, um ambiente que se produz, moldado e transformado, deixando aparentes as formas do tempo e as contradições que atuam sobre ela. O que é celebrado e mostrado, e o que é negado, ocultado e invisibilizado nas ruas das grandes cidades?

Ao reconhecer a rua como personagem destacada na cidade, o projeto Metamorfoses da Rua parte da presença de dois grandes autores do início do século XX,  João do Rio, jornalista, cronista, escritor e dramaturgo (na efeméride dos seus cem anos de falecimento) e Lima Barreto, também escritor e jornalista, que lançaram um olhar crítico na efervescente cena urbana, desvelando suas expressões, sentidos e ocultamentos.

Para pensar essa cidade produzida, muitas vezes, por intervenções políticas, econômicas, sociais e imagéticas, serão abordadas, na sequência, três paisagens simbólicas: em um primeiro quadro, no início do século XX, a Rua Encenada, a cidade transformada de forma incisiva, como artifício, como “cenografia”, nas palavras de Lima Barreto. Em outro momento, escapando das normas e do controle social, a cidade emerge do fascínio de seus poetas e narradores: essa é a Rua Burburinha. Fechando o ciclo, a Rua Suprimida e o Desafio de se Reencantar apresenta a negação política, social e cultural da cidade em face da exclusão, da violência, das muitas formas de amedrontamento que subtraem da cidade a fruição do espaço, e coloca o desafio de se reencantar, de partilhar novamente o espaço e a experiência coletiva diante dos efeitos da supressão da rua, agravados pela pandemia. É possível um reencantamento quando se vive em constante controle e disputa? Como se reapropriar afetivamente da rua? 

A partir dessas paisagens pretende-se discutir o que está em jogo na forma de viver, interagir e partilhar a cidade, na busca de uma sociabilidade desejada.

Programação

22/06

18h | Mesa de Abertura - Metamorfoses da Rua
Convidados: prof. André Dias (Literatura - UFF) e Stefania Chiarelli (Literatura - UFF)
Mediação: Robson Leitão

Há cem anos falecia João do Rio, escritor e jornalista, que se identificava com a figura do flâneur e, por esta ótica, uniu ficção e realidade em textos que descortinavam o Rio de Janeiro, antiga capital do país, como uma cidade vibrante e cheia de contrastes sócio-culturais, em constante mutação. Contemporâneo dele, o também escritor e jornalista Lima Barreto, outro observador atento às ruas, denunciava e criticava as consequências da modernização urbana, principalmente sobre as populações menos favorecidas do subúrbio. Dois escritores, duas interpretações a partir das ruas. Compondo a mesa de abertura do projeto, os professores André Dias e Stefania Chiarelli discutirão, a partir da literatura, aspectos sobre a modernização das ruas e cidades com seus contrastes, metamorfoses, deslocamentos e questões sociais, em destaque no início do século XX e nos dias atuais.

25/06

16h | Video musical Orquestra Sinfônica Nacional UFF
O Canto do Cisne Negro (poema-ballo mímico extraído do Naufrágio de Kleônikos). 1917
Heitor Villa Lobos 

01/07
19h | Cinedebate

1º SESSÃO: A RUA ENCENADA

Vida Vertiginosa
De Luiz Carlos Lacerda
RJ, ficção, 2009, 15 min
Com Ney Latorraca, Paula Burlamaqui, Edi Botelho

Início do século XX. Duas atrizes conversam no camarim enquanto se maquiam para entrar em cena. Uma delas conta estórias de amor, ciúme e crime. Não sabemos se ela está inventando ou se viveu o que conta. Inspirado em contos de João do Rio.

O bebê de tarlatana rosa
De Renato Jevoux
RJ, ficção, 2013, 25 min
Com Camilo Bevilacqua, Cristiane Ferreira e outros

Heitor de Alencar, prefeito da cidade do Rio de Janeiro, um dândi de salão, guia seus discípulos e admiradores por uma excitante incursão ao submundo dos prazeres e do acanalhamento do carnaval. Mas, a sua história acaba por revelar o reverso da luxúria, o horror e a infâmia.

Cabeça de papelão
De Quiá Rodrigues
RJ, animação, 2012, 20 min

Desde pequeno Antenor é diferente dos demais. Convencido de que a razão para seus problemas é sua cabeça, ele a troca por uma de papelão. Arte baseada em desenhos de J. Carlos e roteiro versão do conto "O homem da cabeça de papelão" de João do Rio.

02/07
Video musical Quarteto de Cordas da UFF
Quarteto de Cordas nº 3 - “Quarteto brasileiro”
Alberto Nepomuceno

06/07
Mesa A Rua Encenada
O Rio de Janeiro do início do século XX é uma cidade em ebulição; modelada pelo capital vive um progresso e uma urbanidade emergentes. As transformações em seu espaço para se adequar a capital parisiense, referência de modernidade, são urgentes. A literatura nacional floresce como espaço de crítica à nova cidade. A figura do flâneur aparece nesse contexto como sujeito e personagem dessa modernidade e um imaginário de civilidade e urbanidade vem à tona. A periferização da cidade toma ainda mais espaço e passa a ser uma realidade crescente. Propõe-se, então, uma discussão sobre as transformações estruturais da cidade, as narrativas sociais das ruas do Rio de Janeiro e as contradições evidentes: o que é celebrado e mostrado e o que é ocultado e invisibilizado nas ruas e cidades brasileiras.

08/07
Cinedebate

13/07
Mesa A Rua Burburinha
Reconhecendo a dinâmica contínua de controle social, a cidade escapa das normas a partir das margens, das bordas, das frestas, essa é a rua burburinha que se reconhece como rizoma nos aproximando dela através de seus poetas, seus narradores, seus ritos, procissões e cortejos, seu caleidoscópio de imagens e sentidos. Que rua é essa que transborda, que transcende à ordem, que borbulha, que brinca? 

15/07
Cinedebate

16/07
Podcast OSN UFF, a nossa Orquestra!
Compositores brasileiros 

20/07
Mesa A rua suprimida e o desafio de se reencantar
A Rua Suprimida e o Desafio de se Reencantar apresenta a negação política, social e cultural da cidade em face da exclusão, da violência, das muitas formas de amedrontamento que subtraem da cidade a fruição do espaço, e coloca o desafio de se reencantar, de partilhar novamente o espaço e a experiência coletiva diante dos efeitos da supressão da rua, agravados pela pandemia. É possível um reencantamento quando se vive em constante controle e disputa? Como se reapropriar afetivamente da rua? 

22/07
Cinedebate

23/07
Video Música Antiga da UFF
Luz Branca
Chiquinha Gonzaga

27/07
UFF Debate Brasil - Direito à Cidade

VÍDEO

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