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Mediação e Projetos

Inscrições abertas para Oficinas, Minicursos e Rodas de Conversa – XI Interculturalidades

 
Sobre as oficinas, minicursos e rodas de conversa:
 
OFICINAS

Bordados de resistência – Coletivo Linhas do Horizonte
Ministrada por Célia Gouvea
Dias 22 e 29/09, quartas feiras, 10h.
20 vagas disponíveis.

Oficina de bordação de material de protesto (bandeiras, bottons, panfletos, cartazes, máscaras, etc.). Denúncias que refletem situações de opressão e urgência de transformação social, principalmente no momento em que vivemos. Compartilhamento de experiências nesta linguagem popular que é o bordado, como intervenção no mundo por esta pedagogia do concreto.

Material necessário: Linhas, agulha, tecidos, roupas usadas, papelão ou qualquer material que sirva para a bordação.

Canto e danço o esperançar, oficina de Jongo – Quilombo do Bracuí (Angra dos Reis – RJ)
Ministrada pelos mestres Délcio Bernardo e Mariel Marisco
Dia 22/09, quarta feira, 14h.
25 vagas disponíveis.

A oficina apresentará um pouco da história do jongo, seus pontos, cantos, tambores e dança. Tambores são bem vindos, mas não são necessários para participação da oficina. Também não são necessários conhecimentos prévios do jongo, canto, percussão ou dança.

Oficina de língua e cultura Yorubá
Ministrada por Márcio de Jagun e Wassi Kamal Amoussa com mediação da Viviana Gelado
Dia 27/09, segunda feira, 13h.
25 vagas disponíveis.

A oficina se propõe a oferecer subsídios para a implementação da Lei 10.639/2003, que institui a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e africana em todos os níveis de ensino no país. Trata da língua e da cultura como meios de resistência cultural afro-diaspórica, contribuindo para a promoção da inclusão e para a superação das desigualdades étnicas, raciais e de saberes compartilhados pela sociedade brasileira. Sem material necessário.

Oficina sensibilização do Teatro do Oprimido
Ministrada pelo Centro de Teatro do Oprimido
Dia 28/09, terça feira, 10h.
25 vagas disponíveis.

A oficina visa aprofundar, através da arte – propriamente dita, o Teatro do Oprimido – questões opressivas buscando alternativas concretas para a situação de injustiça. A proposta se baseia no uso do Teatro do Oprimido como instrumento facilitador de diálogo e de comunicação lúdica, dinâmica e eficaz, de fácil assimilação, multiplicação, e de baixo custo, para o desenvolvimento de ações socioculturais que visem à transformação da realidade. Sem material necessário.

Oficina de língua e cultura Guarani
Ministrada por Algemiro Karai Mirim e Leandro Kussay Mimbi com mediação da Viviana Gelado
Dia 28/09, quinta feira, 13h.
25 vagas disponíveis.

A oficina se propõe a oferecer subsídios para a implementação da Lei 11.645/2008, que institui a obrigatoriedade do ensino de história e cultura dos povos indígenas em todos os níveis de ensino no país. Trata da língua e da cultura como meios de resistência cultural dos povos originários, contribuindo para a promoção da inclusão e a superação das desigualdades étnicas, raciais e de saberes compartilhados pela sociedade brasileira. Sem material necessário.

MINICURSOS

Paulo Freire e a pedagogia Griô aplicada ao ensino em saúde integrativa
Ministrado por Adriana de Holanda
Dias 23 e 30/09, quintas feiras, 13h.
Não há limite de vagas para esta atividade.

O minicurso destina-se a compartilhar diálogos sobre conceitos e ideias freireanas inseridas nos princípios da pedagogia griô (Criada por Lilian Pacheco e Marcio Caires – BA) e sua inserção na educação em saúde integrativa, destacando os ensinamentos das medicinas dos povos tradicionais, especialmente das narrativas de cura da Jurema Sagrada. Iremos nos debruçar sobre o debate acerca da pedagogia griô aplicada ao ensino da saúde integrativa, a importância dos contextos socioculturais da saúde, dentre eles as diversas dinâmicas da espiritualidade que atravessam as narrativas do processo saúde-doença, morte e vida, convocando os ensinamentos dos povos tradicionais.

Paulo Freire e a educação nos terreiros
Ministrado por Stela Caputo
Dias 24 e 27/09, sexta e segunda, 10h.
20 vagas disponíveis.

Quantos saberes os terreiros movimentam em suas dinâmicas cotidianas? As vivências e experiências compartilhadas nos terreiros descortinam uma série de reflexões sobre aprender-a-aprender ou aprender-ensinar numa perspectiva freiriana. Os terreiros ensinam crianças, jovens e adultos. Nesta Oficina estes saberes estarão dispostos para ampliar possibilidades que contemplem a implementação da Lei 10.639/03, ampliando horizontes de possibilidades para além dos currículos escolares num momento de prazer-saber. Sem material necessário.

Territórios quilombolas, insurgências contra coloniais e lutas de classes
Ministrado por Ray Soares e Juliene Pereira
Dia 24/09, sexta feira, 13h.
VAGAS

Trata de inspirações freirianas nas insurgências e lutas quilombolas na conformação da luta de classes no Brasil. Parte-se de uma perspectiva crítico-dialética que valoriza a existência e organização dos sujeitos coletivos, ressaltando que suas particularidades são construídas historicamente e no âmbito de relações sociais. Em se tratando dos quilombolas, sua dinâmica de resistência e luta são efetivamente contra coloniais e portadoras de uma memória e uma potência que podem fortalecer as lutas contemporâneas anticapitalistas. Sem material necessário.

RODAS DE CONVERSA

Acessibilidade com sensibilidade e arte para transformar: um olhar freiriano sobre a exposição virtual “Sentir e pensar na pandemia”.
Guiada pelo LaiFE – Laboratório de Inclusão, Formação Cultural e Educação UFF
Dia 23/09, quinta feira, 10h.
Não há limite de vagas para esta atividade.

O círculo de conversa convida a sentir e pensar sob as lentes das produções criativas e afetivas construídas, durante a pandemia, por alunos, artistas, professores e outros voluntários, com recursos de acessibilidade em Libras, legendas e audiodescrições que expõem a sensibilidade e a autoreflexão de como lidar consigo mesmo e com o outro. A intencionalidade deste bate-papo é Esperançar e motivar o contato com este material em um diálogo embebecido de amorosidade/afetividade, capaz de mexer com as estruturas cognitivas, afetivas e sociopolíticas nos âmbito individual e coletivo (salas de aula).

Indígenas, quilombolas e caiçaras – Saberes, luta e autonomia no território.
Guiada pelo Fórum de Comunidades Tradicionais e pelo Programa de Pós Graduação TERESA – Gestão de Territórios e Saberes IEAR/UFF
Dia 25/09, sábado, 10h.
Não há limite de vagas para esta atividade.

Uma roda de conversa que coloca em diálogo importantes experiências na luta pela autonomia na gestão do território e saberes com representantes do Fórum de Comunidades Tradicionais que a partir da união de lideranças indígenas, quilombolas e caiçaras de comunidades tradicionais em Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba, o Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT) é um movimento social que atua em diversas frentes como os direitos humanos, a defesa do território, a educação diferenciada e agroecologia e professores do Programa de Pós Graduação Teresa – Gestão de Territórios e Saberes do IEAR – UFF que busca explorar as diferentes maneiras como os territórios e os saberes se produzem mutuamente e constituem novas formas de pensamento e ação política.

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