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UFF - Universidade Federal Fluminense

Mapa Astral do Cinema Brasileiro – volume 1

De 07/09/2023 a 19/09/2023

 

Com a aproximação do aniversário do Cine Arte UFF (12/09, agora completando 55 anos), começou uma certa “campanha”, sabe-se lá por que, para a retomada do projeto astrológico. Pessoas, como a querida Tetê Mattos, lembraram que num passado remoto fizemos mostras associando filmes a signos. A primeira ocorreu em 1987 (02/10 a 18/12), chamada Meia-Noite – A Hora do Zodíaco, título que brincava com um grande sucesso da década de 80, a comédia de terror A Hora do Espanto (Fright Night). Foi criada por mim, Paulo Máttar e Denise Cataldo, que na época assinava Denise Pereira. Os filmes foram programados para a meia-noite das sextas-feiras. Foi um enorme sucesso, com sessões lotadas para assistir a obras como Cidadão Kane (o filme de Touro) e Morangos Silvestres (o filme de Câncer). O recordista de público foi Laranja Mecânica (o filme de Leão): 357 espectadores. Naqueles tempos, não havia paranoia de segurança e Icaraí não era um bairro gentrificado e triste como é hoje, superpovoado durante o dia e despovoado à noite.

O texto que apresentava a mostra buscava justificar a “maluquice” de tal ideia. Não sinto mais essa necessidade, penso que a Astrologia é um sistema complexo, sofisticado e de tremenda beleza. Ela permite a aproximação da realidade, das realidades, pela via da intuição. Diferente das religiões, a Astrologia não exige nada, mesmo oferecendo muito. Esse “muito” é o entendimento do que se passa: hoje, no ontem e no futuro. Não se trata exatamente de previsões, mas sim de possibilidades, de potenciais. O pensamento astrológico busca a compreensão dos processos pessoais, e também históricos, pela observação dos ciclos temporais. É uma “arte do tempo”, nesse sentido apaziguadora, quando “sabemos” que após períodos de cansaço, desalento e aflição, virão momentos de recuperação, cura e retorno do significado. A astrologia pode ser utilizada de muitas formas; no meu caso, ela é uma maneira de tatear o Mistério, e de obter mais plenitudes do que certezas.

Voltando à mostra de 1987. Ela foi interrompida por uma greve. Era o período do Governo Sarney e haviam muitas demandas da sociedade por direitos que tinham sido “negligenciados” nos anos anteriores. (Pois bem, este é um texto de muitas aspas e parênteses, similar ao componente netuniano da astrologia). Já a segunda mostra astrológica – O Zodíaco do Cinema – aconteceu de 15 a 26 de novembro de 1991 (Collor era o presidente e a Embrafilme tinha sido extinta). A mostra foi concebida novamente por mim, Denise e Paulo, mais a participação de Gláucia Mayrinck. Esta mostra tinha um embasamento maior do conhecimento astrológico, com os filmes organizados em torno dos quatro elementos (fogo, terra, ar e água). Este conhecimento vinha, em parte, do grupo de estudos astrológicos, formado por mim, Paulo e Gláucia, que nos reuníamos nas tardes de sábado para falar dos trânsitos planetários, de sinastrias, da Era de Aquário. Esta mostra teve muito menos público que a primeira. Já não foi à meia-noite (cujas sessões foram encerradas pela crescente baderna) e, embora melhor que a primeira, teve menos repercussão.

Essas duas mostras só exibiram filmes estrangeiros e não me recordo o motivo de tal critério. Certamente, na mostra de 1991, tivemos dificuldades de exibir filmes brasileiros devido à desorganização provocada pelo fim da Embrafilme.

A mostra para celebrar os 55anos do Cine Arte UFF – Mapa Astral do Cinema Brasileiro, volume 1 – tem uma proposta levemente diferente das anteriores. Agora são 24 títulos (ao invés de 12), todos dirigidos por cineastas brasileiros e o foco está em nosso cinema, sempre obrigado a renascer, a ter de recomeçar, aliás, como o próprio país. O niteroiense Antonio Callado se referiu a este fato, observando que o Brasil é um país cansativo, com esses eternos recomeços. Assim, depois dos arcaicos “vamos trabalhar” e “Brasil sei-lá- o-que, Deus sabe-se lá onde?”, o cinema nacional tenta mais uma vez a possibilidade de existir.

No final do humanista seus ossos e seus olhos, filme de Caetano Gotardo, é dito que “ o golpe de 2016, golpe midiático, jurídico e parlamentar, foi desferido [como o golpe civil-militar de 64] para as elites do Brasil continuarem a cometer seus crimes impunemente”. Que crimes são esses? Basicamente a manutenção de uma brutal concentração de renda e riqueza, que gera uma espiral de violências e todo tipo de estrago. Ao longo de doze dias, os filmes da mostra falam dessas violências e estragos.

Por final, o critério adotado para selecionar os filmes é idêntico ao das outras mostras de astrologia: a escolha dos filmes para cada signo tem por base o signo solar dos diretores (com duas únicas exceções), e, se possível, uma proximidade, por associação temática e estética com as características do signo em questão. À sua maneira, essa mostra é uma experiência imersiva (para usar uma palavra da moda) na realidade do país. Dito isto, boa viagem pelo cinema brasileiro, uma cinematografia forte, das mais expressivas do mundo.

                                                                                       Alexander Vancellote

ÁRIES

NO INTENSO AGORA
Dia 07 quinta 17h50
Brasil, 2017, 127’, 12 anos
De João Moreira Salles

Feito a partir da descoberta de filmes caseiros rodados na China em 1966, durante a fase inicial da Revolução Cultural, o filme investiga a natureza de registros audiovisuais gravados em momentos de grande intensidade. Às cenas da China somam-se imagens dos eventos de 1968 na França, na Tchecoslováquia e, em menor quantidade, no Brasil. As imagens, todas elas de arquivo, revelam o estado de espírito das pessoas filmadas e também a relação entre registro e circunstância política.

Lançado em novembro de 2017, No Intenso Agora esteve na seleção do Festival de Berlim e do É Tudo Verdade antes de estrear no circuito comercial brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=5XKDZgwUKz8

TERRA ESTRANGEIRA
Dia 07 quinta 20h20
Brasil, 1995, 110’, 16 anos
De Daniela Thomas, Walter Salles
Com Fernanda Torres, Fernando Alves Pinto, Alexandre Borges, Luís Melo, Laura Cardoso, Tchéky Karyo

Sem perspectiva de vida no Brasil, Paco decide viajar para Portugal, levando uma encomenda misteriosa. Lá, ele conhece a brasileira Alex e seu namorado Miguel. Todos se envolvem em um esquema de contrabando e suas vidas viram um pesadelo.

Vencedor de Melhor Filme Estrangeiro no Entrevues Internetional Film Festival, o filme também foi indicado a oito categorias no Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, do qual venceu seis.

https://www.youtube.com/watch?v=VNO9k54AhNw

TOURO

BARONESA
Dia 08 sexta 18h50
Brasil, 2018, 71’, 16 anos
De Juliana Antunes

Andreia quer se mudar. Leid espera pelo marido preso. Vizinhas em um bairro na periferia de Belo Horizonte, elas tentam se desviar dos perigos de uma guerra do tráfico e evitar as tragédias trazidas junto com a chuva.

https://www.youtube.com/watch?v=f4ejBt6HbCQ

A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ
Dia 08 sexta 20h20
Brasil, 2015, 110’, 16 anos
De Neville D´Almeida
Com Bruna Linzmeyer, Chay Suede, Johnny Massaro, Michel Melamed

Um grupo de playboys organiza a última festa na favela antes da mudança no tempo. E para esta noite especial, além das drogas, álcool e sexo habituais, eles receberão convidados e penetras inusitados: uma viciada que usa e é usada pelo grupo, um cantor sertanejo criado na própria favela, um segurança estranho e o dono da laje. Essa mistura não pode terminar bem. Livremente inspirado na peça homônima de Mario Bortolotto.​

https://www.youtube.com/watch?v=rfXugrIIPE4

GÊMEOS

PRO DIA NASCER FELIZ
Dia 09 sábado 18h40
Brasil, 2007, 88’, Livre
De João Jardim

Filmado em três estados brasileiros, abordando classes sociais distintas, o diretor João Jardim traz à tona questões como a desigualdade social e o impacto da banalização da violência no desenvolvimento de muitos jovens. O documentário de longa-metragem é um diário de observação do adolescente brasileiro, onde os professores também expõem seu cotidiano profissional, ajudando a pintar um quadro complexo da realidade do país a partir da realidade escolar. Prêmio Especial do Júri e Melhor Filme (Júri Popular) no Festival de Gramado 2006.

https://www.youtube.com/watch?v=oiY02pjU1gw

A MULHER DA LUZ PRÓPRIA
Dia 09 sábado 20h30
Brasil, 2019, 74’, 12 anos
De Sinai Sganzerla

Documentário sobre Helena Ignez, uma das principais personalidades femininas do cinema brasileiro. A atriz e diretora inaugurou um estilo de interpretação e, hoje, dirige filmes independentes. Com narração da própria atriz, imagens de arquivo e registros atuais ilustram sua trajetória, parte da história do cinema nacional e seu contexto político.​ Uma homenagem de Sinai Sganzerla à sua mãe, Helena Ignez.

CÂNCER

ELA VOLTA NA QUINTA
Dia 10 domingo 17h
Brasil, 2014, 107’, 12 anos, DCP
De André Novais Oliveira
Com Maria José Novaes, Norberto Oliveira, Renato Novaes, André Novais Oliveira, Elida Silpe

Alguém partiu, alguém ficou. Uma grave crise no relacionamento de um casal de idosos com 35 anos de união afeta a rotina dos filhos, dois rapazes que se preparavam para finalmente saírem de casa. Prêmios de Melhor Ator Coadjuvante (Renato Novaes) e Atriz Coadjuvante (Elida Silpe) no Festival de Brasília de 2014. 

https://www.youtube.com/watch?v=0_ihau4GW98

MARIGHELLA
Dia 10 domingo 19h20
Brasil, 2019, 155’, 16 anos, H.264
De Wagner Moura
Com Seu Jorge, Humberto Carrão, Bella Camero, Ana Paula Bouzas, Jorge Paz, Adriana Esteves, Herson Capri, Luiz Carlos Vasconcelos

Neste filme biográfico, acompanhamos a história de Carlos Marighella, em 1969, um homem que não teve tempo pra ter medo. De um lado, uma violenta ditadura militar. Do outro, uma esquerda intimidada. Cercado por guerrilheiros 30 anos mais novos e dispostos a reagir, o líder revolucionário escolheu a ação. Marighella era político, escritor e guerrilheiro contra a ditadura militar brasileira. O filme levou 8 troféus Grande Otelo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2022, incluindo Melhor Longa-metragem ficção, Melhor Ator, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Direção de Fotografia.

https://www.youtube.com/watch?v=0KKH7a72kLg

LEÃO

PARAÍSO PERDIDO
Dia 11 segunda 18h
Brasil, 2018, 110’, 14 anos, DCP
De Monique Gardenberg
Com Júlio Andrade, Lee Taylor, Hermila Guedes, Jaloo, Julia Konrad, Seu Jorge, Humberto Carrão

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de seus herdeiros. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos e, aos poucos, o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte, com nós surpreendentes. O filme levou o prêmio de Melhor Música no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em 2019.

https://www.youtube.com/watch?v=t50XHMvNk3M

UMA DOSE VIOLENTA DE QUALQUER COISA
Dia 11 segunda 20h20
Brasil, 2013, 96’, 16 anos, H.264
De Gustavo Galvão
Com Marat Descartes, Leonardo Medeiros, Vinícius Ferreira, Maria Manoella

Pedro fugiu de casa, pegou a estrada e não sabe para onde ir. Lucas também não, mas a estrada é seu palco. Eles têm mais de 30 anos e levam apenas a roupa do corpo. Depois de se conhecerem numa lanchonete de beira de estrada, em Minas Gerais, os dois percorrem o interior do Brasil em busca de uma dose violenta de qualquer coisa. A inspiração para o título do filme veio da tradução de Claudio Willer para um trecho de Uivo, poema-manifesto de Allen Ginsberg, que jogou luz na chamada geração beatnik

https://www.youtube.com/watch?v=Ih-ZOFbGOys

VIRGEM

CASA GRANDE
Dia 12 terça 18h
Brasil, 2014, 114’, 12 anos, H.264
De Fellipe Barbosa
Com Thales Cavalcanti, Marcello Novaes, Suzana Pires

Sônia e Hugo são da alta burguesia carioca e levam uma vida bastante confortável. Aos poucos vão à falência, mas ninguém sabe de seus problemas financeiros, nem mesmo o filho Jean, que faz de tudo para se desvencilhar dos pais superprotetores. Para se manter, o casal corta despesas e ele, que só se preocupava com garotas e vestibular, enfrenta pela primeira vez a realidade. O filme participou de vários festivais internacionais, além de ser premiado com Melhor Filme pelo Júri Popular do Festival do Rio em 2014.

https://www.youtube.com/watch?v=R-LgFlULjYA

HÉRCULES 56
Dia 12 terça 20h20
Brasil, 2007, 94’, Livre, H.264
De Silvio Da-Rin

Na semana da independência de 1969 o embaixador estadunidense no Brasil, Charles Burke Elbrick, foi sequestrado. Em sua troca foi exigida a divulgação de um manifesto revolucionário e a libertação de 15 presos políticos, que representavam diversas tendências políticas que se opunham à ditadura militar. Banidos do território nacional e com a nacionalidade cassada, eles são levados ao México no avião da FAB Hércules 56. Através de entrevistas com os sobreviventes, os fatos desta época são relembrados.

https://www.youtube.com/watch?v=Plz0myNOpcU

LIBRA

COMO NOSSOS PAIS
Dia 13 quarta 18h30
Brasil, 2017, 102’, 14 anos, H.264
De Laís Bodansky
Com Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena, Felipe Rocha

Rosa é uma mulher de 38 anos que se encontra em um momento crítico da sua vida, questionando seu casamento, sua vida profissional, seu cotidiano como mãe. Uma revelação bombástica vinda de sua mãe a fragiliza, potencializando sua crise. O filme foi o principal vencedor do Festival de Gramado 2017, levando 6 Kikitos, incluindo de Melhor Filme, Melhor Direção e Atriz (Maria Ribeiro).

BR 716
Dia 13 quarta 20h30
Brasil, 2016, 85’, 14 anos, DCP
De Domingos Oliveira
Com Caio Blat, Sophie Charlotte, Maria Ribeiro, Livia de Bueno, Alamo Faco, Matheus Souza, Glauce Guima, Gabriel Antunes, Aleta Valente

Na intensa boemia carioca nos anos 1960, o engenheiro e aspirante a escritor Felipe leva uma vida regada aos prazeres do álcool, em festas alucinantes realizadas num apartamento dado por seu pai, na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer, mesmo em meio a um momento político complicado. O filme se consagrou o grande vencedor do Festival de Cinema de Gramado em 2016, com os Kikitos de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Glauce Guima) e Melhor Trilha Musical.

https://www.youtube.com/watch?v=Eflx_DSdTz4

ESCORPIÃO

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Dia 14 quinta 18h
Brasil/Canadá/Japão, 2008, 121’, 16 anos, H.264
De Fernando Meirelles
Com Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga

Uma cidade é devastada por uma epidemia de “cegueira branca” instantânea. Os infectados são presos em quarentena pelas autoridades e colocados num hospício abandonado. Mas existe uma testemunha ocular no meio deste pesadelo. Uma mulher cuja visão não foi afetada pela praga segue seu marido para a quarentena. Lá, mantendo sua visão como segredo, ela lidera sete estranhos para fora da quarentena, para as ruas da cidade, onde todos os vestígios de civilização desabam. Baseado no romance de José Saramago.

https://www.youtube.com/watch?v=o4Fyw01Qokw

A VIZINHANÇA DO TIGRE
Dia 14 quinta 20h20
Brasil, 2014, 94’, 16 anos, DCP
De Affonso Uchôa

Juninho, Menor, Neguinho, Adilson e Eldo são jovens moradores do bairro Nacional, periferia de Contagem. Divididos entre o trabalho e a diversão, o crime e a esperança, cada um deles terá de encontrar modos de superar as dificuldades e domar o tigre que carregam dentro das veias.

https://www.youtube.com/watch?v=b6Am-lQXY4o

SAGITÁRIO

HISTÓRIAS QUE SÓ EXISTEM QUANDO LEMBRADAS
Dia 16 sábado 17h50
Brasil/Argentina/França, 2011, 96’, 10 anos, H.264
De Julia Murat
Com Sonia Guedes, Lisa E. Fávero, Luiz Serra, Ricardo Merkin e Antônio dos Santos

Jotuomba é uma cidade fictícia, ambientada no Vale do Paraíba, onde nos anos 30 grandes fazendas de café faliram e cidades antes ricas se tornaram quase fantasmas. Lá vive Madalena, a velha padeira, presa à memória de seu marido morto e enterrado no único cemitério da cidade, hoje trancado. Rita, uma jovem fotógrafa, chega à cidade e pouco a pouco modifica o cotidiano de Madalena e da vila.

https://www.youtube.com/watch?v=qwXF2YoJ1Ns

BACURAU
Dia 16 sábado 19h50
Brasil/França, 2019, 131’, 16 anos, DCP
De Kleber Mendonça Filho, Juliano Dorneles
Com Sonia Braga, Bárbara Colen, Thomás Aquino, Silvero Pereira, Wilson Rabelo, Carlos Francisco, Karine Teles, Antonio Saboia, Rubens Santos, Udo Kier

Num futuro próximo, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, some misteriosamente do mapa. Quando uma série de assassinatos inexplicáveis começam a acontecer, os moradores da cidade tentam reagir. Mas como se defender de um inimigo desconhecido e implacável?

https://www.youtube.com/watch?v=gNElTRseFzo

CAPRICÓRNIO

O HOMEM DAS MULTIDÕES
Dia 17 domingo 18h40
Brasil, 2013, 95’, 14 anos, H.264
De Cao Guimarães, Marcelo Gomes
Com Paulo André, Silvia Lourenço, Jean-Claude Bernardet

Juvenal é um maquinista de metrô em Belo Horizonte, Margô controla o fluxo dos trens. Ambos vivem em um estado de profunda solidão - cada um a sua maneira. O filme é uma reflexão sobre diferentes formas de solidão e amizade no universo urbano brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=0sSCcB6aO98

O CÉU DE SUELY
Dia 17 domingo 20h30
Brasil, 2006, 88’, 16 anos, H.264
De Karim Aïnouz
Com João Miguel, Zezita Matos, Hermila Guedes, Georgina Castro, Maria Menezes, Mateus Alves, Gerkson Carlos

Hermila é uma jovem de 21 anos que está de volta à sua cidade natal, a pequena Iguatu, no interior do Ceará. Ela retorna com seu filho, Mateuzinho, e aguarda a chegada de Mateus, pai da criança, que ficou em São Paulo para acertar assuntos pendentes. O tempo passa e Mateus simplesmente desaparece. Hermila quer deixar o lugar de qualquer forma e tem uma ideia inusitada: rifar seu próprio corpo para conseguir dinheiro suficiente para comprar passagens de ônibus para longe e iniciar nova vida.

https://www.youtube.com/watch?v=z8kffq0RyR4

AQUÁRIO

CAMPO GRANDE
Dia 18 segunda 18h30
Brasil, 2016, 108’, 14 anos, H.264
De Sandra Kogut
Com Carla Ribas, Julia Bernat, Ygor Manoel, Rayane do Amaral, Mary de Paula, Marcio Vito

Regina é uma mulher de 50 anos que mora na privilegiada Zona Sul do Rio de Janeiro. Certo dia, ela encontra na sua porta Rayane, uma menina de cinco anos que claramente não é da região, e Ygor, seu irmão mais novo. A garota explica que a mãe pediu que eles a esperassem no mesmo lugar até ela voltar. Regina, sem saber o que fazer, pensa em levá-los ao orfanato, mas é convencida pela filha adolescente de deixá-los passar a noite. Assustados com a imensidão da casa, os dois ficam juntos e Regina percebe que eles só possuem um ao outro. Decidida a ajudá-los a encontrar sua família, Regina tem contato com um mundo que não conhecia.

https://www.youtube.com/watch?v=DLfR-0NENK4

BABENCO, ALGUÉM TEM QUE OUVIR O CORAÇÃO E DIZER: PAROU
Dia 18 segunda 20h40
Brasil, 2019, 75’, 12 anos, H.264
De Bárbara Paz

Hector Babenco foi um cineasta que viveu e morreu realizando o que fazia sua vida ter algum sentido: a sétima arte. Em relatos marcantes sobre as memórias, amores, reflexões, intelectualidade e a frágil condição de saúde de Babenco, o documentário revela como o seu amor pelo cinema o manteve vivo por tantos anos.

https://www.youtube.com/watch?v=hzX-ASZ_bGQ

PEIXES

DESERTO PARTICULAR
Dia 19 terça 17h50
Brasil, 2021, 120’, 14 anos, H.264
De Aly Muritiba
Com Pedro Fasanaro, Antonio Saboia, Laila Garin

Daniel é um policial exemplar, mas acaba cometendo um erro que coloca em risco sua carreira e sua honra. Quando nada mais parece o prender a Curitiba, ele parte em busca de Sara, uma mulher com quem se relaciona virtualmente.

https://www.youtube.com/watch?v=etuiPgdCA9I

SERTÂNIA
Dia 19 terça 20h20
Brasil, 2018, 97’, 14 anos, DCP
De Geraldo Sarno
Com Vertin Moura, Julio Adrião, Kecia Prado, Lourinelson Vladmir
Antão é ferido, preso e morto quando o bando de Jesuíno invade a cidade de Sertânia. A mente febril e delirante de Antão rememora todos os acontecimentos.

https://www.youtube.com/watch?v=VyTdklEcV-Y

Ingressos
Valor único – R$ 5,00
Canais de venda: Guichê Web e Bilheteria

leg livre

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Embora seja uma modalidade cênica específica, pela solidão do ator em cena, o monólogo mantém a polifonia que caracteriza a linguagem teatral, concentrada em sua dimensão mais essencial: a unidade da relação autor-ator-espectador. Defrontado com o público, sem o suporte da contracena, o artista se expõe e se revela de modo radical. No solo, o personagem floresce unicamente pelo enraizamento de seu intérprete.

O SOLOS EM CENA – Festival de monólogos foi criado em 2006, com duas edições no mesmo ano e mais duas, realizadas em 2016 e 2017. Nesta edição, mais do que estabelecer o cruzamento de narrativas diversas em duas semanas, visamos o mergulho no si-mesmo habitado pela alteridade, confluindo dimensões identitárias de uma subjetividade refigurada pela memória. Como traço comum das narrativas aqui selecionadas, os textos e os corpos em cena manifestam a paixão pelo ofício de atuar e um deslocamento do olhar sobre as trajetórias de suas próprias existências, mesclando ficção e vida.

Os artistas dos quatro solos que compõem a mostra são: Mateus Solano, Paulo Betti, Isabel Teixeira e Júlio Adrião, que é o “padrinho” do projeto e participou de três das quatro edições anteriores.  

Além dos espetáculos, há atividades formativas que conferem maior densidade ao festival: conversas com os criadores, logo após as apresentações; e, no dia 10/7, a Aula demonstração – o corpo do ator no solo narrativo, ministrada pelo ator Júlio Adrião, com entrada gratuita para estudantes de teatro e para o público em geral.  

Como mecanismo de ativação de público, o Passaporte Teatral, utilizado com sucesso nas edições anteriores, possibilita que os espectadores assistam às quatro peças com valores de ingressos ainda mais acessíveis.  

Que esta experiência de cruzamentos singulares envolva cada espectador na unidade da comunicação cênica, pela multiplicidade de sentidos.  

Leonardo Simões
Coordenador do Festival de Monólogos SOLOS EM CENA – 2024 

05 a 07 de Julho

O FIGURANTE
Sexta e Sábado 20h | Domingo 19h
Com Mateus Solano

Após a apresentação do sábado, dia 06/7 há um bate-papo com o ator Mateus Solano e o diretor Miguel Thiré.

Augusto (Mateus Solano) é um figurante dedicado, experiente e acostumado a servir em produções audiovisuais. Vive uma rotina previsível como se fosse figurante de sua própria história. Aos poucos, ele vai despertando e questionando a importância de seu trabalho e de sua vida. Como ressignificar sua existência?

09 de Julho

AUTOBIOGRAFIA AUTORIZADA
Terça | 19h
Com Paulo Betti

A apresentação é seguida de um bate-papo com o ator e diretor Paulo Betti.

Paulo Betti (62 anos) saiu do mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava a meia para um fazendeiro negro. Filho de uma camponesa analfabeta, que mudou para a cidade onde foi empregada, mãe de 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão, dez anos de diferença de seu irmão mais novo). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp. O testemunho do ator, autor e diretor, que vai representar pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, levará ao público uma peça divertida e emocionante.

10 de Julho

Aula Demonstração – O CORPO DO ATOR NO SOLO NARRATIVO
Quarta | 19h
Com Júlio Adrião

Entrada gratuita

11 de Julho

A DESCOBERTA DAS AMÉRICAS
Quinta | 19h
Com Júlio Adrião

Acontece que um Zé ninguém de nome Johan Padan, rústico, esperto e carismático, escapa da fogueira da inquisição, embarcando em Sevilha, numa das caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, nosso herói sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado pelos canibais. Com o tempo, aprende a língua dos nativos, cativa-os e safa-se fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte. Venerado como filho do sol e da lua, a seu modo, catequiza os nativos e os guia numa batalha de libertação contra os espanhóis invasores.

13 a 14 de Julho

JANDIRA – EM BUSCA DO BONDE PERDIDO
Sábado 20h | Domingo 19h
Com Isabel Teixeira

Um diagnóstico inesperado desencadeia o maior dos dramas humanos, que a todos iguala: a tomada de consciência da finitude, da fragilidade humana e do inevitável confronto com a morte. Mas, se o tema é transitoriedade e vulnerabilidade, para além disso há uma narrativa de paixão pelo próprio ofício, pelas pessoas, vivências e, sobretudo, uma declaração de amor à vida.


05 a 14 de Julho de 2024
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) – R$ 35 (meia)
Canais de venda:
Guichê Web e Bilheteria

Passaporte Teatral – R$ 30 (por peça) – R$ 120 (valor total do passaporte)

Regulamento PASSAPORTE TEATRAL

O Passaporte Teatral é um mecanismo de fidelização do público exclusivamente para o Festival de Monólogos SOLOS EM CENA (de 05 a 14 de julho de 2024), no Teatro da UFF.

Somente 60 passaportes serão emitidos e deverão ser adquiridos exclusivamente na bilheteria física do Centro de Artes UFF.

Cada Passaporte Teatral dá direito à compra de um (01) ingresso para cada um dos quatro espetáculos programados, pelo valor promocional de R$30 (trinta reais) por cada peça, num total de R$120 (cento e vinte reais) pela aquisição do Passaporte.

Este preço promocional é o mesmo, tanto para os pagantes de inteira, quanto para os que têm direito legal à meia-entrada. Esse valor promocional não é cumulativo com outras opções de meia-entrada definidas por lei ou pela política de acesso do Centro de Artes UFF.

Ao adquirir o Passaporte Teatral, o espectador escolherá no mesmo ato as datas das 04 apresentações que deseja assistir (sendo necessariamente uma diferente de cada peça). Ao quitar o valor total de R$120 (com quatro pagamentos de R$30), o espectador recebe o cartão (Passaporte Teatral), que deverá conter seu nome completo e o nº do RG (documento com foto), sendo grampeados nele os quatro ingressos escolhidos.

O Passaporte Teatral é pessoal e intransferível, por isso será exigida a identificação na entrada de cada espetáculo.

Nos dias das apresentações, o espectador deverá levar o seu Passaporte Teatral com os respectivos ingressos grampeados e entrará numa fila exclusiva, onde irá apresentar o Passaporte Teatral juntamente com seu documento com foto.

Caso o espectador deseje comprar os mesmos ingressos para algum acompanhante, deverá adquirir outros passaportes (até quatro), onde serão registrados os nomes e RG dos respectivos usuários, que também deverão apresentar seus respectivos  documentos na entrada para os espetáculos.

A aquisição do Passaporte Teatral é uma opção do espectador, que poderá comprar os ingressos separadamente pelo preço regular (R$70 para inteira; R$35 para meia-entrada), se assim preferir.Em caso de eventual cancelamento, por parte do espectador, o mesmo só poderá ser realizado na bilheteria física do Centro de Artes UFF, se solicitado com até 48 horas antes do primeiro espetáculo do Festival (O Figurante, em 05/7/2024) e o cancelamento incidirá sobre todos os quatro ingressos do Passaporte.

Em seu primeiro monólogo, Mateus Solano volta aos palcos dirigido por Miguel Thiré, seu parceiro desde o bem-sucedido “Selfie”, espetáculo que lotou os teatros do Rio e São Paulo entre 2014 e 2016. A dramaturgia é de Isabel Teixeira (sua recente parceira na novela “Elas Por Elas”, TV Globo), do próprio Mateus e de Miguel Thiré.

SINOPSE 

Augusto (Mateus Solano) é um figurante dedicado, experiente e acostumado a servir em produções audiovisuais. Vive uma rotina previsível como se fosse figurante de sua própria história. Aos poucos, ele vai despertando e questionando a importância de seu trabalho e de sua vida. Como ressignificar sua existência?

FICHA TÉCNICA 

Dramaturgia: Isabel Teixeira, Mateus Solano e Miguel Thiré

Atuação: Mateus Solano 

Direção: Miguel Thiré

Direção de Produção: Carlos Grun

Direcão de Movimento: Toni Rodrigues 

Desenho de Luz: Dani Sanches 

Direção Musical e Trilha Original: João Thiré

Design Gráfico: Rita Ariani 

Equipe de Produção: Flavia Espírito Santo, Glauce Guima, Kakau Berredo, Cleidinaldo Alves 

Idealização e Realização: Mateus Solano, Miguel Thiré e Carlos Grun

Uma produção Bem Legal Produções

Assessoria de Imprensa: JSPontes. Comunicação – João Pontes e Stella Stephany


05 a 07 de maio de 2024
Sexta e Sábado 20h | Domingo 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) – R$ 35 (meia)
Canais de venda:
Guichê Web e Bilheteria
Classificação Indicativa: 12 anos

“JANDIRA – em busca do bonde perdido” marca um encontro de almas: Marcos Caruso é convidado pela Mesa 2 para dirigir o texto de Jandira Martini (1945-2024), dramaturga com quem trabalhou por uma vida inteira escrevendo para o teatro e a TV. Isabel Teixeira, um dos nomes mais importantes do teatro paulistano, integra o elenco de “Elas Por Elas” ao lado de Caruso e funda com ele uma sólida amizade, nascida das afinidades artísticas. O caminho estava desenhado – foi só trilhar.

Inspirada em sua própria jornada pessoal e dedicação ao teatro, a atriz e dramaturga Jandira Martini (falecida em janeiro deste ano) escreveu seu último texto. E é ela própria quem define: “Um monólogo sobre uma situação imprevista, surpreendente. Uma atriz que se revela, diante de seu público, ao narrar, com humor, sua inesperada e assustadora experiência. Auto ficção? Sem dúvida. Um stand-up? Seria, se fosse cômico. E cômico não chega a ser. Nem trágico. Apenas dramático.”

A peça convida o público a um passeio pelas memórias mais marcantes da autora através de um texto direto, enxuto e coloquial, evocando os blocos carnavalescos da cidade de Santos – sua terra natal -, as descobertas da infância, momentos dramáticos, a vida dedicada ao teatro.

“Uma corajosa exposição. Uma improvável abertura de sentimentos de uma das pessoas mais fechadas que conheci. Uma peça que fala de uma dor de todos nós, com um grau elevado de bom humor e poesia. O convite da Mesa2 e dos filhos de Jandira Martini me permite continuar ao lado dela num ciclo iniciado em 1984 que resultou em muitas peças de teatro, roteiros de cinema, novelas e séries para TV. Uma escrita vitoriosa. Um grande acerto foi convidar Bel Teixeira. Bel respira e transpira Teatro. Bel é Jandira.”, celebra Marcos Caruso, diretor.

Em seus momentos mais difíceis, a personagem/narradora busca socorro nas palavras e pensamentos de Molière, Machado de Assis, Oscar Wilde, Shakespeare e outros deuses da escrita, sua grande paixão. 

SINOPSE

Um diagnóstico inesperado desencadeia o maior dos dramas humanos, que a todos iguala: a tomada de consciência da finitude, da fragilidade humana e do inevitável confronto com a morte. Mas, se o tema é transitoriedade e vulnerabilidade, para além disso há uma narrativa de paixão pelo próprio ofício, pelas pessoas, vivências e, sobretudo, uma declaração de amor à vida.


Ficha Técnica

Texto: Jandira Martini 
Direção: Marcos Caruso 
Elenco: Isabel Teixeira 
Trilha Sonora: Aline Meyer 
Iluminação: Beto Bruel 
Produção Executiva: Silvia Rezende
Direção de Produção: Roberto Monteiro e Fernando Cardoso 
Realização: Mesa2 Produções
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany


13 e 14 de Julho de 2024
Sábado 20h | Domingo 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) – R$ 35 (meia)
Canais de venda:
Guichê Web e Bilheteria
Classificação Indicativa:  12 anos

Completando 40 anos de carreira, Paulo Betti comemora com um Stand-up caprichado, com iluminação, figurino, trilha sonora, cenário e belas projeções.

“Autobiografia Autorizada”, um monólogo de Paulo Betti, dirigido por ele e por Rafael Ponzi, estreou dia 19 de março, no Centro Cultural Correios.
Após temporada de dois meses, o espetáculo já passou pelas cidades de Sorocaba, São Carlos, Jundiaí, Araraquara, Piracicaba, Paulínia, Fortaleza, Uberlândia, Brasília e Luanda (Africa). O espetáculo (o último foi “Deus da Carnificina”), que marca a comemoração dos 40 anos de carreira de Paulo, foi construído pelo próprio artista, que se inspirou nos textos escritos em grandes blocos durante a adolescência, onde também fazia colagens de fatos da época, e também nos artigos semanais que escreveu por quase trinta anos para o Jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, cidade onde foi criado.

Paulo Betti (62 anos) saiu do mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava a meia para um fazendeiro negro. Filho de uma camponesa analfabeta, que mudou para a cidade onde foi empregada, mãe de 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão, dez anos de diferença de seu irmão mais novo). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp. O testemunho do ator, autor e diretor, que vai representar pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, levará ao público uma peça divertida e emocionante.


Ficha Técnica

Texto e Interpretação: Paulo Betti
Direção: Juliana Betti e Rafael Ponzi
Elenco: Paulo Betti
Cenário: Mana Bernardes
Figurino: Leticia Ponzi
Iluminação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném
Direção de Movimento: Miriam Weitzman
Programação Visual: Mana Bernardes
Trilha Sonora: Pedro Bernardes
Fotografia: Mauro Khouri
Assistente de Direção: Juliana Betti
Administração Financeira: Lya Baptista
Produção Executiva: Fabrício Chianello


09 de julho de 2024
Quarta | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) – R$ 35 (meia)
Canais de venda: Guichê Web e Bilheteria

Acontece que um Zé ninguém de nome Johan Padan, rústico, esperto e carismático, escapa da fogueira da inquisição, embarcando em Sevilha, numa das caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, nosso herói sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado pelos canibais. Com o tempo, aprende a língua dos nativos, cativa-os e safa-se fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte. Venerado como filho do sol e da lua, a seu modo, catequiza os nativos e os guia numa batalha de libertação contra os espanhóis invasores.


FICHA TÉCNICA
Tradução e adaptação: Alessandra Vannucci e Julio Adrião
Direção: Alessandra Vannucci
Atuação: Julio Adrião
Figurino: Gabriella Marra Iluminação: Luiz André Alvim
Montagem e operação de luz: Guiga Ensá
Foto: Renato Mangolin
Produção: Fernando Alax – Casa136 Produções Artísticas
Realização: Julio Adrião Produções Artísticas


11 de julho de 2024
Quinta | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) – R$ 35 (meia)
Canais de venda: Guichê Web e Bilheteria
Classificação Indicativa:  14 anos

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