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OSN UFF – Série Alvorada

O sétimo concerto da Orquestra Sinfônica Nacional UFF dentro da Série Alvorada acontecerá no dia 18/09, domingo, às 10h30, no palco do Cine Arte UFF. Nesse concerto, o público ouvirá a Sinfonia nº 2 em D maior, op. 73, de Johannes Brahms, que integra o Ciclo Brahms, que vem sendo apresentado pela OSN UFF ao longo da Temporada 2022. Também integram o programa, o Concerto para Violino e Orquestra em formas brasileiras Op.107 Nº 4, do brasileiro Heckel Tavares, que terá como solista o violinista italiano Emmanuele Baldini, e Ponteado, de César Guerra-Peixe.

Repertório:

HECKEL TAVARES
Concerto para Violino e Orquestra em formas brasileiras Op.107 Nº 4
Solista: Emmanuele Baldini

JOHANNES BRAHMS
Sinfonia nº 2 em D maior, op. 73

 

Maestro Javier

Nascido na cidade de Tandil (Argentina), Javier Logioia Orbe foi aluno de Pedro Ignacio Calderón e de Guilhermo Scarbino e formou-se no Conservatório Nacional de Música e no Instituto Superior de Artes do Teatro Colón, ambos na Argentina. Também estudou no Conselho Interamericano de Música (Washungton, USA) e Escola Superior de Música de Viena (Áustria). Em mais de 25 anos de carreira, regeu muitas importantes orquestras da América Latina, incluindo a Filarmônica de Montevidéo (Uruguai) com a qual regeu, pela primeira vez, o ciclo completo das sinfonias de Gustav Mahler. O maestro Javier, como prefere ser chamado, também foi assistente dos renomados regentes Yehudi Menuhim, Zubin Mehta, Jean Fournet e Valery Gergiev, entre outros.

Com a Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, fez três turnês europeias, apresentando-se em vários países, como Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França e Grécia, entre outros. E com sua vasta experiência na música sinfônica de concerto, além do repertório para balé e o gênero operístico, o principal regente da OSN UFF já trabalhou com as principais companhias de ballet do mundo e regeu orquestras e cantores os mais variados em montagens de inúmeras óperas.

 

Emmanuele Baldini

Nascido em Trieste (Itália), Emmanuele Baldini também nasceu cercado pela música: seu pai, Lorenzo Baldini, foi um importante pianista e professor italiano; e sua mãe, Eletta Baldini, foi professora de teoria e solfejo no conservatório da sua cidade, além de ser pianista também. Depois dos estudos em Trieste com Bruno Polli, Baldini aperfeiçoou-se em Genebra (Suíça) com Corrado Romano, em Salisburgo (Áustria) e em Berlim (Alemanha) com Ruggiero Ricci. Mais recentemente estudou regência com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway.

Desde a adolescência, o músico ganhou inúmeros concursos internacionais, entre as quais se destacam o “Premier Prix de Virtuosité avec Distinction”, em Genebra; o “Forum Junger Künstler” em Viena; e mais dez concursos para solistas ou em grupos de câmara. Baldini tocou como solista ou em duo pelo mundo inteiro, com cinco turnês no Japão, duas nos Estados Unidos, uma na Austrália e já se apresentou em todas as principais salas de concerto das capitais europeias, além da América latina e, principalmente, do Brasil, país que escolheu como residência em 2005.

A curiosidade e paixão pela música fez Baldini ampliar seus horizontes e, depois de uma carreira consolidada como violinista (com mais de 15 CD’s gravados, quase 40 concertos diferentes no repertório e todas as sonatas mais importantes para violino), começou a aperfeiçoar-se como regente. Assim, fundou o Quarteto Osesp (com os chefes de naipe da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), intensificou sua atividade didática e, com o violino, começou a explorar o precioso repertório brasileiro, em parte injustamente desconhecido.

Dentre suas colaborações musicais constam artistas como Maria-João Pires, Jean-Philippe Collard, Antonio Meneses, Fábio Zanon, Caio Pagano, Jean-Efflam Bavouzet, Ricardo Castro, Nicholas Angelich, entre outros. O saudoso Maestro Claudio Abbado escreveu sobre Baldini: “Estou impressionado tanto pela sua profundidade musical quanto pelo nível técnico.”

Na Itália, Baldini foi spalla da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, da Orchestra del Teatro alla Scala di Milano e da Orchestra del Teatro “Giuseppe Verdi” di Trieste. Desde 2005 é spalla titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Foi diretor artístico da orquestra de câmara de Valdivia – OCV, e atualmente é o diretor artístico da orquestra Sphaera Mundi de Porto Alegre – RS.


18 de setembro de 2022
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)
Vendas somente na Bilheteria em dinheiro