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Centro de Artes UFF

PERFIL

Criado originalmente em 1971, com duração de dois anos, o cineclube Sala Escura voltou à ativa em 2002 com a exibição de clássicos do cinema em um dos campi da UFF. Depois de exibir longas-metragens como Outubro, Alexandre Nevsky, Lolita e Quanto mais quente melhor, entre outros, o Sala Escura voltou no final de 2004 numa versão latina, em que filmes contemporâneos e clássicos de nossos hermanos são exibidos em salas de maior visibilidade como o Cine Arte UFF, em Niterói, e a Cinemateca do MAM, no Rio.

Desde o início de sua terceira versão o cineclube passou a ter uma sessão mensal no Rio. Toda segunda quinta-feira do mês são projetados gratuitamente filmes clássicos que fazem parte do acervo do MAM. Até o mês de julho, quando foi exibida a hilária comédia mexicana Mi querido Tom Mix, onze filmes latinos, em sua maioria cubanos, foram vistos por média de 40 pessoas por sessão, um público simpático ao se levar em consideração o difícil acesso ao local. Assim como em todas as sessões do MAM, um curta brasileiro é exibido. Na sessão de julho os espectadores tiveram o prazer de ver uma raridade produzida sobre Chico Buarque, em visita que fez a Cuba, em 1978, pelo Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos.

Em Niterói, a parceria com o Arte UFF surgiu depois de uma temporada bem-sucedida em 2004, quando foram mostrados longas latino-americanos de peso como Retrato de Teresa, Memórias do subdesenvolvimento e Sur – amor e liberdade.

Na sessão de estréia, em abril de 2005, a imensa fila já era um prenúncio de que filmes latinos também garantem bilheteria. Duzentas e sessenta pessoas assistiram ao premiado filme chileno Machuca, e desde então toda última sessão da última sexta-feira do mês tem sido reservada às projeções do Sala Escura, produzidas pelo Laboratório de Investigação Audiovisual (LIA) com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão.

Das aulas para a prática:

Inseridas num projeto de pesquisa sobre Trocas econômicas e simbólicas no cinema da América Latina, as exibições do Sala Escura contam com um grupo de estudantes de cinema. Os alunos Alexandre Sivolella, Davi Kolb, Estêvão Garcia, Nico Lacerda, Nina Tedesco, Lia Mity Ono, Marcele Bessa, Marisa Aragão e Marcelo Cosati, coordenados pelo professor Tunico Amâncio, são os responsáveis pela programação dos filmes, programação visual, divulgação e realização dos eventos.

Mesmo que ainda no início, as atuais realizações fazem parte de um projeto de criação de um Centro de Referência do Audiovisual Latino-americano, que conta ainda com uma minibiblioteca especializada e uma minivideodvdeteca abertas para os cursos de comunicação, geografia, história e letras. O projeto de pesquisa, que recebeu o apoio da Faperj no edital de Novos Projetos, ainda tem o apoio do CineSul – Festival Latino-Americano de Cinema e Vídeo, que acontece todo mês de junho no CCBB, e do IACS – Instituto de Artes e Comunicação Social, onde é oferecido o curso Cinema Latino-americano aos estudantes da graduação e da pós-graduação de Cinema e Comunicação da UFF.