Regentes

TOBIAS VOLKMANN

Principal Regente Convidado

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann é um dos principais músicos brasileiros de sua geração. Estreou em 2015 na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a reger um grande número de importantes orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Filarmônica de Pilsen, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira e Filarmônica de Minas Gerais. Foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e desde 2016 é o principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense.

Regentes Convidados

Thiago Santos

Thiago Santos tem sido apontado como um dos mais promissores jovens regentes brasileiros da atualidade. Após atuar como maestro assistente da BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic, na Inglaterra (2014-2016), retornou ao Brasil e desde então tem dirigido regularmente diversas orquestras pelo país, dentre elas: a Sinfônica Nacional-UFF, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica de Sergipe e Sinfônica Jovem de Goiás. Também trabalhou com a Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Porto Alegre e Sinfônica de São José dos Campos. Algumas das orquestras inglesas que dirigiu foram Manchester Camerata, Stockport Symphony e Nottingham Philharmonic. Ainda na Europa, regeu a Buhoslav Martinu Philhamonie (República Tcheca) e U Artist Festival Orchestra (Ucrânia). Em 2015, foi selecionado para reger os masterclasses orquestrais da Mahler Chamber Orchestra para jovens músicos. Como regente assistente, colaborou com maestros como Juanjo Mena, Vasily Petrenko, Sir Mark Elder, Vassily Sinaisky, Yan Pascal Tortelier, Andrew Manze e Ton Koopman. Estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2016 dirigindo a montagem da ópera Savitri, de Gustav Holst. Por duas temporadas (2017-2018), foi maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba, sendo reconhecido por importante expansão artística do grupo e sua consolidação no cenário orquestral nacional. Em 2018, foi nomeado maestro titular e diretor artístico da recém-criada Orquestra Jovem Alegro, em Curitiba. Venceu o “Concurso para Jovens Regentes” da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (2011). Foi o primeiro latino-americano contemplado com a bolsa de estudos Leverhulme Arts Scholar para o renomado programa de regência orquestral do Royal Northern College of Music, em Manchester (Inglaterra). Cursou bacharelado e mestrado em regência na UFRJ com André Cardoso. Outros mentores foram: Giancarlo Guerrero, Marin Alsop, Ernani Aguiar, Fábio Mechetti, Ronald Zollman, Donald Schleicher e Guillermo Scarabino.

Rafael Barros Castro

Iniciou os estudos musicais durante a infância, aos oito anos de idade no IMCP (Instituto dos Meninos Cantores “Canarinhos” de Petrópolis), onde recebeu as primeiras lições de teoria musical, canto, flauta doce e piano.
Durante a juventude prosseguiu os estudos de teoria, harmonia e piano, dedicando-se integralmente a música. Na Pro-Arte (RJ), formou-se em técnica de regência com Carlos Alberto Figueiredo, e os estudos de aperfeiçoamento em piano ficaram sob a orientação da pianista Maria Teresa Madeira.
Ingressou na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), onde obteve o diploma de bacharel em regência orquestral na classe do Prof. Dr◦. Ricardo Tacuchian, e nesse mesmo período realizou estudos de piano e repertório de câmara com a Prof.Dra. Ruth Serrão.
No ano de 2002 foi laureado com o prêmio Bianca Bianchi de música de câmara em Curitiba-PR, como pianista do Duo Dassié-Castro (violão e piano).
Recebeu do maestro eslavo Anton Nanut primorosas lições sobre técnicas de regência e repertório orquestral, e com isso ampliou o seu repertório de obras sinfônicas que hoje compreende um grande número de sinfonias clássicas até os principais compositores do século XX.
Desde 2005 é maestro titular e diretor artístico da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, e foi responsável pela estreia de importantes obras, com destaque para: Camargo Guarnieri (Cantata Colóquio), Xavier Benguerel (As sete Fábulas de La Fontaine), montagem completa da obra “A História do Soldado” de Igor Stravinsky, com narração, cena e dança (Teatro Municipal do Rio de Janeiro, 2007). Com a OSRJ vem realizando um trabalho sólido de difusão e acesso a música de concerto nacional e internacional, e também da música popular brasileira.
Regeu como maestro convidado a OSN – Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), a Orquestra Sinfônica da UNIRIO, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ (ORSEM), e Orquestra do projeto Multiplicidade (Oi Futuro).
Destaca-se também como compositor de obras clássicas e populares, com execução frequente no Brasil e no exterior.
No cinema colaborou como arranjador no premiado curta metragem americano HYPERGLOT (2014).
No ano de 2015 lançou o seu primeiro CD autoral intitulado Rafael Barros Castro, com participações de: Elba Ramalho, Danilo Caymmi, Wilson das Neves, Rody da Mangueira, Jaime Alem e OSRJ.
Colaborou com a editora Irmãos Vitale como consultor técnico na edição do Manual Ilustrado dos Instrumentos Musicais, Ed. Irmãos Vitale, 2009.

Silvio Viegas

O trabalho de Silvio Viegas tem ocupado uma posição de grande destaque junto ao público e crítica no Brasil. Atualmente é o Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, do Palácio das Artes e professor de regência na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Até o final de 2016, foi Regente Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Professor da cadeira de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi também Diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte de 2003 a 2005 e Diretor Artístico Interino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2011 a 2012. Desde o início de sua carreira tem se destacado por sua atuação no meio operístico regendo títulos como O Navio Fantasma, L’Italiana in Algeri, Così fan Tutte, Le Nozze di Figaro, A Flauta Mágica, La Bohème, O Barbeiro de Sevilha, Carmen, Cavalleria Rusticana, Il Trovatore, Romeu e Julieta, Lucia di Lammermoor, Nabucco, Tosca, Norma, Porgy and Bess entre outros. Como convidado, esteve à frente da Orquestra da Arena de Verona, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), Sinfônica Brasileira (OSB), Teatro Argentino de La Plata (Argentina), Amazonas Filarmônica, Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Paraná, Sinfônica do Teatro São Pedro – SP, Orquestra do Teatro da Paz, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sinfônica de Minas Gerais, entre outras. Em 2001 obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional “Jovens Regentes”, organizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro. Natural de Belo Horizonte, Silvio Viegas, estudou regência na Itália e é Mestre em regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo sido discípulo de Oiliam Lanna, Sergio Magnani e Roberto Duarte.