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UFF - Universidade Federal Fluminense

Oficina de Capacitação para Edital de Incentivo à Cultura de Niterói

Sessões:
19/10 (Qui) 15:00

 

No dia 19 de outubro, às 15h, o Centro de Artes UFF sediará uma oficina de capacitação para o edital de Incentivo à Cultura de Niterói. A oficina é realizada pela Superintendência de Financiamento à Cultura (SIMFIC) da Fundação de Arte de Niterói (FAN) e é voltada a artistas, produtores, profissionais e demais realizadores que queiram inscrever projetos, com o objetivo de apresentar o edital, esclarecer possíveis dúvidas e auxiliar os interessados. A oficina tem o formato de palestra, com duração aproximada de duas horas, e não é necessária inscrição prévia. As inscrições para o Edital de Incentivo Fiscal a Projetos Culturais estão abertas. Elaborado em acordo com a nova Lei do Sistema Municipal de Cultura, o edital permite que pessoas físicas deduzam até 20% do valor devido de IPTU, e empresas, até 20% do IPTU e do ISS para apoiar projetos culturais. Os proponentes devem inscrever seus projetos até o dia 6 de novembro de 2017. As informações necessárias para a inscrição no edital encontram-se no site www.culturaniteroi.com.br/simfic. A SIMFIC/FAN deverá realizar outras oficinas ao longo do mês de outubro por toda a cidade, em parceria com espaços de cultura locais. Os interessados em participar das atividades podem entrar em contato com a Superintendência pelo telefone: (21) 2719 9639 – Ramal 221 ou pelo e-mail: edital.simfic@gmail.com CENTRO DE ARTES UFF Dia 19/10/17 Horário: 15h Entrada Gratuita Não é necessário inscrição prévia

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Você acha que os espaços culturais de Niterói são pouco ocupados por grupos de fora de seu entorno? São também pouco ocupados por grupos ligados a projetos artístico-culturais? Pensando nessas questões, nada melhor do que ouvir artistas e produtores que tocam esses projetos para falar sobre suas ações, a falta de integração e suas demandas enquanto agentes culturais.
 
O curso de graduação em Produção Cultural, na disciplina de Projeto II, em parceria com o Centro de Artes UFF, realiza o evento “Comunidades, Arte e Criação”, na quarta-feira, dia 20 de junho, das 14h às 18h, no próprio Centro de Artes UFF. O encontro visa contribuir para o fortalecimento das políticas de integração de projetos artísticos e sociais aos equipamentos culturais.
 
“Comunidades, Arte e Criação” contará com a presença dos grupos: 
 
– Arame Farpado
– Companhia Mãos Calejadas 
– Macquinho
– Motin
– Ocupasound 
– Orquestra da Grota
– Teatro da Lage
 
Dia e horário: 20 de junho, 14h
Local: Centro de Artes UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ.
Entrada franca
Realização: Curso de Produção Cultural da UFF (disciplina Projeto II), em parceria com o Centro de Artes UFF.
 

O Brasil conheceu uma cantora que foi popular e contundente – quando unir tais características era possível. E influente, quando isso não era medido por likes ou views. E plural, como outras só seriam nos anos 1990. E corajosa, tanto por dar voz a canções que criticavam as mazelas do país quanto por suas declarações, muitas delas contra o governo militar de então. Essa cantora, única por ser tão multifacetada, era Nara Leão, que saiu de cena em 1989, após lutar por anos contra um aneurisma. Nara terá sua vida contada (e cantada) no teatro. Nara – A menina disse coisas é um musical escrito pelo jornalista Hugo Sukman em parceria com o diretor e ator Marcos França, dupla do elogiado Deixa a dor por minha conta, sobre Sidney Miller. A personagem será vivida por Aline Carrocino, também produtora da montagem, idealizada pelo jornalista Christovam de Chevalier. Aline divide a cena com França, que personifica os papéis masculinos, e mais cinco músicos. O espetáculo tem direção artística de Priscila Vidca e direção musical assinada por Guilherme Borges.

O texto aborda momentos marcantes da vida da artista entremeando-os com mais de 15 canções, todas significativas do seu repertório. O ponto de partida é um show de Carlos Lyra em idos dos anos 80, quando o cantor é surpreendido pela presença de Nara na plateia. Ela sobe ao palco e, na hora de cantar, tem um dos seus lapsos de memória, mais e mais comuns. Essa característica é o artifício para a primeira das muitas mudanças de tempo na trama. E a vida da cantora começa a ser esmiuçada, sem, contudo, seguir uma ordem cronológica. Entre as passagens, sua emancipação aos 16 anos (seu pai defendeu a independência feminina), seu encontro com Ronaldo Bôscoli, com quem romperia relações em seguida (e consequentemente com a bossa nova), a descoberta do aneurisma, sua aproximação do samba de morro, das canções de protesto, da Tropicália e o exílio na França, de onde, volta apaziguada com a bossa nova e com outros clássicos do cancioneiro brasileiro, os quais visitaria já consagrada.

Nara tinha o hábito de anotar alguns de seus sonhos num caderno. E parte desses registros também foi usada pelos autores, que os costuram a declarações da artista, muitas delas à grande imprensa, além de fontes outras como o poema escrito por Carlos Drummond de Andrade para a cantora – e do qual os autores tiraram o título para o musical. Drummond é, aliás, um dos muitos personagens interpretados por Marcos França, que dá voz também ao pai de Nara e a nomes como Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli, entre outros tantos.

E as dualidades enfrentadas por Nara estão todas ali. Talvez a principal delas seja entre a figura humana e a persona artística. Não sou musa de nada!, declara num dado momento. E em se tratando de um musical, as canções são peças-chaves. O roteiro inclui temas como Primavera (Lyra e Vinicius), Carcará (João do Vale, do emblemático show Opinião), Se é tarde me perdoa (Lyra e Bôscoli) e canções daquele que foi o compositor mais presente no repertório da intérprete: Chico Buarque. São músicas como João e Maria, Soneto, História de uma gata (do musical Os saltimbancos, apresentado no hoje extinto Canecão) e, claro, A banda, a primeira das muitas canções que gravaria do autor. O compacto com essa música, vale dizer, vendeu 50 mil cópias – feito que desbancou Frank Sinatra na época.

Desbancar o cantor favorito de Bôscoli foi apenas um dos muitos feitos de Nara Leão. Uma cantora que abriu portas para suas colegas de geração e às vindouras. Uma mulher que não se deixou calar ou abater – nem nos seus momentos finais. Se alguém perguntar por ela, é só dizer que está logo ali, no Teatro Ipanema.

Aline Carrocino é atriz, cantora, bailarina e produtora, tendo atuado em importantes musicais, tanto para o público adulto quanto para o infantil. Dentre as produções em que atuou estão Noel, feitiço da Vila, Muita mulher para pouco musical, Novelas, o musical, Todo vagabundo tem seu dia de glória, Luiz e Nazinha e Bituca para crianças, que apresenta aos pequenos as obras de Luiz Gonzaga e Milton Nascimento, respectivamente. Pelo primeiro ganhou o prêmio de Melhor Atriz do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude.

Marcos França é ator, diretor e dramaturgo. É um dos criadores do Núcleo Informal de Teatro, dedicado à pesquisa de nomes da música brasileira e, com o qual, desenvolveu os musicais Antonio Maria – Noite é uma criança (2004), Ai, que saudades do Lago (2006) e Aquarela do Ary (2007/2008). Criou e atuou nos projetos Na rotina dos bares (2012), com direção de Ana Paula Abreu, e Chabadabada (2015), com texto de Xico Sá, músicas de Wando e a direção de Thelmo Fernandes.

 

Ficha técnica:
Idealização: Christovam de Chevalier
Dramaturgia: Hugo Sukman e Marcos França
Direção: Priscila Vidca
Direção Musical: Guilherme Borges
Elenco: Aline Carrocino e Marcos França
Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenário: Pati Faedo
Figurino: Paula Ströher
Desenho de som: Branco Ferreira
Visagismo: Vitor Martinez
Programação Visual: Cacau Gondomar
Fotografia: Janderson Pires
Direção de Produção: Aline Carrocino (Alce Produções) e Heder Braga
Realização: Aline Carrocino e Guilherme Borges

20 a 22 de julho de 2018
Sexta, Sábado e Domingo – 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ
Ingressos: R$ 50 | R$ 25 (meia)
Classificação etária: Livre
Informações: 3674-7512 | a partir de 14h

Série de fotografias apresenta um mundo encantado, de conto de fadas

A exposição  “Era Uma Vez”, com curadoria de Luciano Vinhosa, abarca a mais recente série fotográfica desenvolvida por Felipe Ferreira de Almeida, chamada ‘Cotidiano’, que reúne 20 trabalhos, sendo dezoito fotografias e dois vídeos. O artista utiliza as particularidades da linguagem fotográfica para construir paisagens e situações onde o selvagem, em sua forma artificial,  passa a habitar o espaço doméstico, misturando real e onírico. Assim, são construídas imagens que se relacionam com a obra homônima da artista mineira Wilma Martins (a série Cotidiano foi desenvolvida entre 1975 a 1984, em pintura, desenho e gravura),  mas que, ao mesmo tempo, possuem poética e dinâmicas próprias, passeando por diversas referências como documentários e programas de TV sobre a vida selvagem, canções de música pop, arte barroca, imagens religiosas, dentre outras. Frequentemente essas miniaturas e brinquedos acabam simulando situações de caça e cenas de violência ou que flutuam na iminência da predação. Os vídeos, a partir de narrativas sintéticas, remetem à simulação da natureza, estado que o artista define como sendo o de uma natureza domesticada, povoada de animais e plantas artificiais que decoram nossos lares.

 O título da exposição de Felipe Ferreira já nos faz antever aquilo que nos será apresentado: um mundo encantado, fabuloso e fabulado, dos contos de fada. Suas fotografias e vídeos estão todos referenciados nas ilustrações religiosas, nas imagens da cultura televisiva, nas programações infanto-juvenis das telas de cinema. As imagens – quase pinturas de Felipe Ferreira – ao adotar como estratégia o título sugestivo Era uma vez.. são elaboradas com o requinte de uma super produção cinematográfica. Seus personagens e cenários ora dourados, ora vermelhos incandescentes e sanguíneos, ora aveludados e macios e, em outros momentos, translúcidos, frios e azulados nos fazem mergulhar nesse universo encantado, de algum modo familiar, do cinema de animação, já prescrito nas receitas dos estúdios de Walt Disney.

Às 17h, uma apresentação musical e a feira de artes gráficas acontecerão na área externa do Centro de Artes – a Varanda Cultural, ocorrerá no mesmo dia da inauguração das exposições. Os trabalhos da Feira variam entre ilustrações, cadernos artesanais, gravuras, publicações independentes, encadernações artesanais, carimbos entre outros. 

Artista: Felipe Ferreira de Almeida
Curador: Luciano Vinhosa

Espaço UFF de Fotografia Paulo Duque Estrada
Inauguração 20 de junho das 19h às 21h
Visitação até 22 de julho de 2018
Entrada Franca
Segunda a sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h

A mostra coletiva reúne desde artistas dos anos 1980 até os novíssimos, que trabalham com ‘3d’ 

‘Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor’ reúne, num mesmo espaço físico e cronológico, artistas de várias gerações. Serão 17 artistas dos anos 1980 até hoje, expondo instalações, pinturas e objetos que dialogam entre si e com o tempo que os cerca. Entre eles, artistas já consolidados, nacional e internacionalmente, ao lado de outros nascidos já nos anos 2000, que participam desta como sua primeira mostra.

O traço percorrido pela ‘pintura’ está fortemente presente. Artistas da novíssima geração, com intensa relação de afeto e confronto com tal meio, como bandeira para reconstrução de um mundo.

Objetos que situam-se numa espécie de fronteira entre os meios de expressão também são significativos na mostra: um diálogo entre pintura e escultura, vídeos, fotografias e bordados, entre outros, utilizando-se, muitas vezes, de elementos do cotidiano como panos de chão, brochas ou bambolês.

Ao mesmo tempo, participam também da exposição artistas que lidam diretamente com o ‘3d’, em modelagens e narrativas com forte proximidade de uma tradição escultórica que vai de Rodin a Tunga.

O título da mostra ‘Quem semeia vento colhe lindas tardes de amor’ refere-se às possibilidade da arte como elemento de transformação, em direção a um mundo de maior plenitude individual e, por consequência, maior bem estar social.

Ao se debruçar sobre seu trabalho, o artista semeia vento para colher, sempre em finas camadas e pacientemente, esta transformação que, na linguagem da possível utopia, chama-se lindas tardes de amor.

Às 17h, uma apresentação musical e a feira de artes gráficas acontecerão na área externa do Centro de Artes – a Varanda Cultural, ocorrerá no mesmo dia da inauguração das exposições. Os trabalhos da Feira variam entre ilustrações, cadernos artesanais, gravuras, publicações independentes, encadernações artesanais, carimbos entre outros. 

Curador: Edmilson Nunes

Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos
Inauguração 20 de junho das 19h às 21h
Visitação até 22 de julho de 2018
Entrada Franca
Segunda a sexta, das 10h às 22h
Sábados e Domingos das 13h às 22h

Com a instalação Se não fosse o vento as miragens me alcançariam, desenvolvida especialmente para o Jardim da Reitoria da UFF, pretendemos resgatar a atmosfera mágica dos re exos e imagens captadas em superfícies espelhadas, especialmente as encontradas nos “garden gazing balls” originários do período renascentista e utilizados nos jardins da era vitoriana.

As imagens e re exos obtidos por meio destas superfícies esféricas perfeitas não re etem a condição do tempo- espaço contemporâneo, e por isso desenvolvemos um conjunto formado por três esculturas espelhadas, visando captar a gura humana e o entorno: o jardim, o céu e a paisagem urbana de forma fragmentada e uida.

Desta forma o espectador, convidado a interagir com a obra, tem a possibilidade de experimentar novas percepções do espaço.

De Alberto Mattos e America Cupello

20 de junho de 2018
Visitação até 22 de julho
Jardim da Reitoria
Entrada Franca

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