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Workshop - O FUTURO É ANCESTRAL

Sessões:
10/08 (Qua) 19:00

 

Os coreógrafos e bailarinos CHRISTOPHE BÉRANGER (FRANÇA) e JONATHAN PRANLAS-DESCOURS (FRANÇA) oferecem pesquisa sobre a ancestralidade, transpondo ritos ancestrais com novos suportes, fruto do trabalho de pesquisa do performer FÁBIO MOTTA.

Em estreita colaboração com o bailarino brasileiro FELIPE VIAN.

Sinopse 1:

Para esta nova obra, os coreógrafos e bailarinos Christophe Béranger e Jonathan Pranlas-Descours da companhia francesa Sine Qua Non Art oferecem pesquisas sobre a ancestralidade, a comunhão com os ancestrais, a vida após a morte, a relação entre os vivos e os mortos.

É através da pele que encaramos o mundo e que ela nos conhece. A pele é a expressão mais externa do nosso ser mais íntimo. É através dele que nos comunicamos com os outros, representa nossos limites externos, aquilo em que estamos contidos e mantidos. Ela forma uma fronteira entre o mundo e nós mesmos. Um ponto de encontro entre o interior e o exterior. A pele evoca o desejo, o humano, a natureza.

Em estreita colaboração com o bailarino brasileiro Felipe Vian, bailarino de Lia Rodrigues durante vários anos e Fábio Motta, performer e artista visual brasileiro, esta investigação vai debruçar-se sobre os rituais onde a pele se torna um livro aberto sobre a alma do corpo. Acompanhada do livro "o corpo e o sagrado", essa criação será uma oportunidade de transpor ritos ancestrais com novos suportes, fruto do trabalho de pesquisa visual de Fábio Motta, que combina a arte de Shibari, com o plástico e a natureza.

 

Sinopse 2:

O FUTURO É ANCESTRAL é uma pesquisa que explora a noção de cenografia do corpo, a partir do nosso envoltório físico como palco em movimento, espaço produtor de ações, reflexões. Como uma tela de construções identitárias, fronteira entre dentro e fora, a pele parece o terreno privilegiado da noção de limite, de individualidade... veja o suporte de uma visão mítica do corpo.

O futuro é ancestral apresenta-se como um manifesto dos corpos do século XXI, divididos entre a ancestralidade e o capitalismo, feito de transformações, rituais, releituras contemporâneas graças aos meios de artes visuais ligados à nossa sociedade contemporânea.

A exploração da obra musical de Susumu Yokota, compositor cuja obra é tão eclética quanto inclassificável, é o campo de investigação deste projeto, entre o electro ambiente, o hip-hop experimental e a reinterpretação clássica.

Inscrições Via: https://forms.gle/fT3ST85mBaLWALGU8
Gratuito
Vagas limitadas


10 de agosto de 2022
Quarta | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói - RJ
Entrada Franca

VÍDEO

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