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VIII Mostra OSN de Música Brasileira da Atualidade

Sessões:
15/05 (Dom) 10:30

 

Seguindo a tradição da OSN UFF na divulgação e fomento do trabalho de novos compositores brasileiros, neste ano de 2022, apresentamos a “VIII Mostra OSN de Música Brasileira da Atualidade”, retomando uma importante ação da OSN, na difusão da música brasileira de concerto.

A Mostra tem como objetivo criar mais um espaço para os compositores brasileiros, alguns já renomados e reconhecidos e outros novos nomes. Após dois anos suspensa, por conta da pandemia de Covid-19, a edição deste ano apresenta estreias de quatro grandes compositores: Alexandre Schubert, Gilson Santos, Ivan Paparguerius e Marcos Nogueira.

O programa traz ainda a trompista da OSN UFF, Waleska Beltrami, como solista da música Festa no Quilombo, especialmente dedicada a ela.

A regência é do regente principal da Temporada, Javier Logioia.

SAIBA MAIS SOBRE OS COMPOSITORES

Programa

ALEXANDRE SCHUBERT (1970)
Paraty

IVAN PAPARGUERIUS (1981)
Divertimento Sinfônico e Dança

GILSON SANTOS (1977)
Festa no Quilombo 

Solista: Waleska Beltrami

MARCUS NOGUEIRA (1962)
O Sátiro de Ovídio: Concertino para Orquestra

Sobre o programa e seus compositores

Paraty | Alexandre Schubert

"Paraty" é uma suíte em três movimentos contrastantes. Foi composta em 2004 para grande orquestra sinfônica. É inspirada na cidade histórica brasileira de mesmo nome que fica no litoral sul do Rio de Janeiro, considerada patrimônio cultural mundial pela UNESCO.

No primeiro movimento, intitulado "Centro histórico", procuro descrever em sons, o casario colonial, com seus belos telhados, as igrejas e praças. São utilizados ritmos oriundos da música brasileira, em ambiente harmônico pandiatônico. É estruturado em três partes. A primeira, de caráter rítmico, com diversas mudanças de compasso, traz elementos marcantes, com grandes massas orquestrais com forte impacto sonoro. A seção intermediária é estruturada como uma Passacalha, de andamento um pouco mais lento, onde cada variação é escrita para formações instrumentais de timbres complementares, formando subgrupos, até a apresentação do tema por toda a massa orquestral. O andamento conclui com um grande crescendo sonoro rítmico.       

O segundo movimento tem o título de "Marinas" e tem sua inspiração na região banhada pela Baía de Paraty, com suas inúmeras ilhas e praias desertas e paradisíacas. O compasso 5/4 sugere a instabilidade de um passeio de barco, a princípio calma, mas que fica gradualmente mais agitada, com a chegada de uma tempestade. Figurações nos violoncelos e violas descrevem as ondas. A melodia ampla inicialmente é exposta pelo corne-inglês e clarone, sendo depois apresentada por toda a orquestra. Na seção intermediária o ritmo se torna mais denso e rápidas escalas e arpejos descrevem o vento e o mar agitado.  O final do movimento é marcado pelo retorno à cidade, já ao entardecer.

O terceiro movimento é intitulado "Festas" e descreve o ambiente festivo de suas ruas, com teatro de rua, grupos folclóricos, vendedores de artesanato, regados pelo delicioso aguardente típico da região, a cachaça de Paraty. A alternância da métrica 6/8 e 3/4 caracteriza o movimento que apresenta texturas instrumentais leves e descontraídas. A percussão tem uma função de destaque nesse andamento, propondo ritmos envolventes e sonoridades sutis, emoldurando o fluxo orquestral.

Alexandre Schubert

Natural de Manhumirim, Minas Gerais, teve sua formação musical no Rio de Janeiro, onde cursou o Mestrado e o Bacharelado em Composição na UFRJ e o Doutorado em Composição na UNIRIO.       

Possui mais de 200 composições, com obras executadas no Brasil e exterior por artistas, grupos e orquestras renomadas. Tem obras publicadas pela Academia Brasileira de Música e pela Bella Musica Edition (Alemanha).

Detentor de 17 prêmios de composição, incluindo os primeiros lugares no Concurso de Composição para Percussão – PAS Brazil Chapter; no Concurso Nacional de Composição Lindembergue Cardoso; no Concurso FUNARTE de Composição XIV Bienal de Música Brasileira Contemporânea, nas categorias quinteto e música cênica. Recebeu o Prêmio FUNARTE de Composição Erudita em 2010, 2014 e 2016 e em 2013, seu primeiro prêmio internacional no Concurso Internacional de Composição Fernando Lopes-Graça, em Portugal.

Tem obras executadas em diversos países, como Espanha, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Áustria, França, República Tcheca, Itália, Portugal, Polônia, Azerbaijão e Mongólia.

Participou como compositor em 14 cds, tendo recebido indicação ao Grammy Latino pelo cd Prelúdio 21 – Compositores do Presente e Quarteto de Cordas Radamés Gnattali. Em 2016 sua obra Jornada Fantástica num Trem de Ferro foi gravada pela Orquestra Sinfônica Nacional - UFF.

Em 2021 participou da Mostra Música Rara Brasileira, no Azerbaijão, com a obra Orquídea. Nesse ano, teve sua Sinfonieta para Cordas estreiada na Série Orquestras, promovida pela Sala Cecília Meireles, além de Magnificat, no festival Sala Contemporânea. Apresentou o Concerto para flautim e cordas na XXIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Participou do Projeto Sinos, recebendo encomenda para composição de obra para cordas, o que resultou na Brasiliana nº 4, que teve sua em 2021.

Escreveu a Abertura do Conhecimento para a trilha de abertura do Festival do Conhecimento, promovido pela UFRJ em 2021.

Em 2020 teve sua obra Ave Maria, para soprano e quarteto de cordas, lançada em um box de 5 CDs chamado 68 Ave Maria aus 7 Epochen, com a soprano alemã Andrea Chudak, pelo selo Antes, na Alemanha. O concerto de lançamento ocorreu em Berlim.

Divertimento Sinfônico, Dança | Ivan Paparguerius

Divertimento Sinfônico, Dança foi composta em 2018. Foi premiada com o 1° lugar no V Concurso Nacional de Composição da UFRJ e estreada neste mesmo ano na Sala Cecilia Meirelles no Rio de Janeiro pela Orquestra Sinfônica da UFRJ com regência de André Cardoso.

A obra possui um único movimento com alternâncias de andamentos em duas grandes partes. A peça foi composta a partir de um pequeno elemento musical utilizado de diferentes maneiras para desenvolver os elementos maiores na música. Esse motivo básico é apresentado logo no primeiro momento da peça e percorre toda a obra até o final. Ela alterna momentos líricos com sonoridades mais ásperas e momentos de ritmos vigorosos. Por algumas vezes os motivos se desenvolvem em breves fugas.

O título sugere outra referência importante na música. Segundo o compositor, "a imagem da dança é muito recorrente no meu método de compor. Utilizo esse artifício principalmente para organizar o discurso que estou desenvolvendo na composição, as frases, estruturas, ritmos. Imagino relações entre os elementos musicais e os gestos de dançarinos, como nos balés clássicos. Além disso, a música popular tem uma grande influência na minha música, junto com a sua dança. Coube também nesta obra algumas referências aos bailes de gafieira, em ritmos e nas melodias sinuosas dos metais".

Ivan Paparguerius

Nascido no Rio de Janeiro em 1981, Ivan Paparguerius vem conquistando importantes prêmios de composição e participando com destaque das principais mostras de música contemporânea do Brasil, como a Bienal de Música Brasileira Contemporânea, o Panorama da Música Brasileira Atual e os Festivais de Música da Rádio MEC.

O compositor é também um violonista atuante, tendo se apresentado em importantes salas de concerto como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a Sala Cecília Meirelles. É Mestre e Doutorando em Música pela UFRJ, e autor de artigos na área de Práticas Interpretativas.

Paparguerius está entre os compositores que atualmente preferem explorar linguagens mais acessíveis ao público, na direção oposta ao experimentalismo característico das vanguardas musicais brasileiras do século XX.

Sobre esse tema, o compositor declara: "a verdade é que não há verdades no momento. Não existe atualmente, como em alguns momentos da história da música, um estímulo que impulsione os compositores a buscar a renovação da linguagem. Assim, resta a cada artista encontrar um caminho que queira desenvolver. O compositor precisa ter consciência deste contexto em que estamos inseridos, mas também sempre procurar desenvolver o estilo que se propôs a explorar. As obras precisam trazer alguma inovação, por exemplo sendo criativas em algum aspecto”.

Festa no Quilombo | Gilson Antunes dos Santos Junior 

Peça dedicada a trompista Waleska Beltrami, “ Festa no Quilombo” foi composta em 2017, na versão para trompa e piano e foi estreada no Encontro Internacional de Trompistas, na cidade de Natal - Rio Grande do Norte, pela própria Waleska Beltrami. 

 A peça ganhou uma versão para cordas e percussão em 2020, durante a pandemia causada pelo Covid 19, para que a Waleska pudesse tocar com sua orquestra (OSN). 

 A peça busca retratar as festas que ocorriam nos quilombos brasileiros, onde manifestações religiosas, danças e momentos de reflexão em memória dos antepassados africanos faziam parte do festejo.  

A peça possui três movimentos: 1 Mov. Vassi, 2 Mov. Ìràntì (do Iorubá: lembranças do seu antepassados) e 3 Mov. Jongo. 

A peça foi composta no sistema que chamo de Claves e Cores, onde utilizo Claves rítmicas  Afro-brasileiras e cores de escalas modais ou sintéticas que me trazem uma resposta sensorial ao resultado que busco realizar.

Gilson Antunes dos Santos Junior               

Natural da cidade de São Gonçalo – Rio de Janeiro, iniciou seus estudos na Banda da Escola Técnica Estadual Henrique Lage e na Banda Sinfônica do Colégio São Vicente de Paula, na cidade de Niterói – RJ, sob orientação do maestro Josué Moreira Campos.

Mestre em música e Bacharel em trompete pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio) na classe do professor Dr. Nailson Simões, escreveu diversos arranjos para grupo de trompete, mas foi em 2009 que compôs sua primeira peça para esta formação: “SeventySpring’s”. Peça esta estreada no Encontro Internacional de Trompetistas na cidade de Salvador – BA.  Na ocasião, a peça foi interpretada por: Dr. Charles Schlueter (1º trompete da Boston Symphony), Mieria Farrés (1º trompete da Orquestra Sinfônica de Barcelona), Dr. Nailson Simões (Professor da Unirio), Dr. Maico Lopes (Professor da Unb), Dr. Joatan Nascimento (Professor da Ufba) e Gilson Santos.

Professor de trompete da tradicional Escola de Música Villa-Lobos e músico militar há 19 anos, após 13 anos como solista da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, afastou-se da função e hoje trabalha como arranjador e compositor residente.

Atua no mercado de musicais de teatro há 12 anos, fazendo parte das principais montagens na cidade do Rio de Janeiro como trompetista e coach de atores/músicos.

Tocou e participou de gravações com inúmeros artistas brasileiros como: Gilberto Gil, Luiz Melodia, Caetano Veloso, Diogo Nogueira, Jorge Benjor, Blitz, Almir Guineto, Egberto Gismont, entre outros. Participou de gravações com escolas de samba, musicais de teatro, trilhas sonoras para TV e cinema.

Trabalhou com os mais renomados maestros e produtores musicais cariocas, tais como: Luís Filipe de Lima, Henrique Cazes, Ivan Paulo, Carlinhos 7 cordas, Jota Moraes, Marlon Sette.

Por cinco anos, foi trompetista na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem e na Orquestra Sinfônica David Machado (da cidade de Campos dos Goytacazes). Atualmente é trompetista da Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro.

É convidado frequentemente a atuar junto à Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Nacional (UFF).

Em 2016, obteve a primeira colocação no concurso de composição Trombonanza-2016, com a peça “IJEXÁ”, para Octeto de trombones, peça esta estreada no festival e interpretada por trombonistas de diversas nacionalidades. Já em 2017, obteve a primeira colocação em três categorias no mesmo concurso: Composição para Quarteto de Tubas (Casquinha de Siri), na categoria instrumento, para Tuba e piano (Rio Vermelho) e na categoria Arranjador, para grande conjunto de LowBrass. Em 2018, venceu o concurso de arranjo jazz sinfônico, realizado pela Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia.

Compositor homenageado no São Paulo Brass Week 2019, tendo duas obras estreada durante o evento.

Em 2019, teve sua suíte sinfônica “Mar que Fala Português” para banda de concerto, estreada em Figueira de Foz – Portugal, pela Banda Sinfônica da Armada Portuguesa. Obra foi encomendada pela PwC Portugal, para a entrega dos Prêmios Excellens Mare 2019. A obra recebeu o segundo prêmio do “Composition Competition SMP Press – Edition Peters – USA do site Sheetmusicplus.com, no mesmo ano.

Em dezembro de 2020, obteve o primeiro prêmio do mesmo concurso com a peça “Sagres – Abertura Sinfônica”, para banda de concerto.

No momento presente, encontra-se em plena atividade como compositor, arranjador e trompetista. Possui diversos arranjos e composições para banda de sinfônica, música de câmara, orquestra sinfônica e bigband. Teve duas obras gravadas por renomados músicos brasileiros: “Ociam” (para trompete solo) pelo professor Dr. Maico Lopes e “SeventySpring’s”, gravado por um grupo de trompetes formado por: Anor Luciano, Joatan Nascimento, Jorge Scheffer, Maico Lopes, Paulo Ronqui e Marco Xavier, no disco “Trumpets of Brazil (a pedido da  Associação Internacional de Trompetistas ITG – Internation Trumpet Guild) e peças gravadas na Itália pelo trompetista Marco Pierobon.

Waleska Beltrami | Solista

Trompista da Orquestra Sinfônica Nacional UFF e doutora em música pela Unirio, recebeu muitos prêmios em concursos nacionais como solista. Graziela Bortz, Mario Rocha e Kuiz Garcia foram seus principais professores. Foi a primeira trompista a apresentar obras do repertório brasileiro para trompa e piano num recital conferência da International Horn Society (IHS), em 2005.

Participa da Comissão Artística e Consultiva da Orquestra de Mulheres do Rio de Janeiro, assim como integra o naipe de trompas.

Na esfera da música de câmara, colabora com o Grupo CRON – Música Contemporânea, é coidealizadora do Trítono Duo e atua no Octeto Feminino do Brasil. É membro da  Associação de Trompistas do Brasil – ATB e da International Horn Society. Adora literatura e tem paixão por handebol.

O Sátiro de Ovídio | Marcos Nogueira

O Sátiro de Ovídio é uma obra “de representação” inspirada na versão do poeta romano Ovídio do mito grego que conta o desafio do sátiro Marsias a Apolo. Sátiros eram divindades mitológicas da Antiga Grécia vinculadas à fertilidade da natureza. Essencialmente transgressores, os sátiros dançavam e tocavam o aulos, uma espécie de oboé duplo. Marsias tornou-se um músico tão exuberante que resolveu desafiar Apolo, o deus da Música, para uma competição musical. Para alguns, este mito simboliza a superioridade da cultura grega representada pela lira de Apolo (que no julgamento das Musas venceu o desafio) sobre a cultura da Ásia Menor, representada pelo aulos do sátiro. O concertino para orquestra dispõe sopros e cordas numa espécie de confronto tímbrico, rítmico e textural, em torno de uma única ideia musical. Como uma metáfora musical do mito, a obra apresenta uma narrativa dramática diversa e multidirecional, constituída de cenas ora sincrônicas, ora sucessivas.

Marcos Nogueira

É professor de Composição do Departamento de Composição da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e docente do Programa de Pós-Graduação em Música da mesma instituição. Deu início à sua produção regular como compositor no gênero acadêmico, em 1987, com a apresentação das primeiras obras em recitais nas principais salas de concerto do Rio de Janeiro. Em 1989, integrou como compositor residente a primeira formação do Grupo Música Nova da UFRJ, sob a direção da compositora Marisa Rezende, para o qual dedicou obras para variadas formações camerísticas. Estreou em importantes mostras acadêmicas de música contemporânea na edição de 1991 do Panorama da Música Brasileira Atual/EM-UFRJ, e na edição de 1995 da Bienal de Música Brasileira Contemporânea/Funarte. Em 2004, criou o conjunto de câmara Cron Ensemble, dedicado à música brasileira contemporânea, com o qual já realizou (atuando seja como diretor musical, regente ou pianista) mais de 70 concertos em todo o território nacional, incluindo participações em todas as edições das Bienais, desde 2005. Em 2014, teve o concerto para orquestra Ditirambo de Baquílides estreado pela Orquestra Sinfônica Nacional UFF, sob regência de Roberto Victorio.


15 de maio de 2022
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói
Ingressos: R$30,00 (inteira) - R$15,00 (meia)

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