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Doidinho para trabalhar

Sessões:
26/09 (Dom) 20:00

 

O grupo de Teatro Pirei na Cenna foi criado a partir de oficinas de Teatro do Oprimido para pacientes do Hospital Psiquiátrico de Jurujuba, em Niterói, em agosto de 1997. De lá para cá, o Pirei na Cenna se consolidou como grupo de Teatro do Oprimido, viajou o Brasil inteiro discutindo questões pertinentes ao universo da loucura e ultrapassou até a fronteira do país indo parar na Argentina em 2012. 

Formado por usuários e simpatizantes de saúde mental, criado em 1997, no Hospital Psiquiátrico de Jurujuba por Cláudia Simone Santos, então estagiária de psicopedagogia, que inicia uma oficina teatral, com técnicas do Teatro do Oprimido para pacientes. A partir daí, começa a trajetória do Pirei na Cenna. Já esteve em 13 estados do Brasil e em 2012 ultrapassou não só os muros do hospital psiquiátrico como também as fronteiras do país para o I Festival de Expressões Artísticas Antimanicomiais na cidade de Rosário, na Argentina. Em sua primeira temporada internacional fez ainda apresentações em Buenos Aires.

Em 2019 recebeu o prêmio Ações Locais, concedido pela Secretaria de Cultura de Niterói. Em 2017 conquistou o Prêmio Culturas Populares do Ministério da Cultura. Em 2012, o recebeu o Prêmio Agente Jovem de Cultura do Ministério da Cultura. Em 2009 o grupo venceu o Prêmio Loucos pela diversidade concedido pela Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura e FioCruz. Em 2010, o Pirei na Cenna foi levado a Portugal através da exposição fotográfica “Retratos de uma luta”, de Andréa Mendes. Em 2003, Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido foi ao Hospital Psiquiátrico de Jurujuba assistir ao grupo. Naquele mesmo ano o Pirei ganhou seu 1º Prêmio: melhor apresentação teatral no Festival da Juventude de Niterói.

Sinopse peça de Teatro-Fórum “Doidinho para trabalhar”

A peça aborda a inclusão no mercado trabalho, através da personagem Serverino, usuário de saúde mental que, após receber alta de um hospital psiquiátrico, decide procurar um novo emprego. Ele consegue, mas ao revelar para os patrões que toma remédios é demitido. Como se trata de uma peça de Teatro-Fórum, a plateia é convidar a entrar em cena, substituir o personagem oprimido e propor alternativas para a questão apresentada.

Ficha técnica
Texto e músicas - Criação coletiva
Curinga/Direção - Eloanah Gentil
Diretora Artística - Claudia Simone Santos
Elenco - Eloanah Carolina Gentil, Lúcia Aparecida Santana, Mônica Medaglia, Sérgio Lima, Venâncio Fernandes e Wanderson Pacheco
Cenário - Criação coletiva com supervisão de Cachalote Mattos
Figurino - Criação coletiva com supervisão de Zito Bedat


26 de setembro de 2021
Domingo | 20h
Transmissão via Youtube do Centro de Artes UFF

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