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UFF - Universidade Federal Fluminense

ALIANÇAS E SABERES DE CURA

Sessões:
08/04 (Qui) 19:00

 

Compartilhando e produzindo saberes e memórias, o cinema produz, atualiza e multiplica alianças. Com aliados encantados dos tempos antigos, ou mesmo aliados não-indígenas, práticas de cura se consolidam e se transformam.

FILMES

Yãy tu nũnãhã payexop: encontro de pajés

Em julho de 2020, em plena pandemia de Covid-19, cerca de 100 famílias tikmũ’ũn-maxakali deixaram a reserva de Aldeia Verde (Ladainha, MG) em busca de uma nova terra. A tensão causada pelo isolamento tornou mais urgente a necessidade de uma terra rica em matas e, sobretudo, água, na qual pudessem fortalecer as relações com os povos-espíritos yãmĩyxop, através dos cantos, rituais, festas e brincadeiras.

Direção e Fotografia: Suely Maxakali
Pesquisa e idealização: Isael Maxakali
Montagem: André Victor e Cris Araújo

 

Vende-se Pequi
Duração: 24 min
Ano: 2013

Sinopse: O povo indígena Manoki vive no noroeste de Mato Grosso e uma de suas atividades produtivas é a venda de pequi na estrada que passa por sua terra. Durante uma oficina de vídeo, jovens decidem mostrar para o mundo um pouco de suas aldeias e do processo de coleta e venda desse fruto. Instigados pela possibilidade de filmarem e serem os próprios protagonistas, eles saem à procura dos velhos numa tentativa de descobrir se existe alguma história sobre a origem do pequi. A elaboração desse filme foi um processo inteiramente compartilhado entre realizadores indígenas e não-indígena: desde a concepção e filmagem, até a edição e finalização. Todas as imagens do filme foram realizadas pelos próprios cinegrafistas Manoki.

Direção: João Paulo Kajoli e André Lopes
Realização: Coletivo Ijã Mytyli de Cinema Manoki e Myky / LISA-USP

 

Tecendo nossos caminhos
Duração: 6 min
Ano: 2019

Sinopse: Apenas seis anciões da população Manoki na Amazônia brasileira ainda falam o idioma indígena, um risco iminente de perderem essa importante dimensão de seus modos de existência. Decididos a retomarem seu idioma com os mais velhos, os mais jovens decidem narrar em imagens e palavras seus desafios e desejos. A partir da analogia com a fragilidade do algodão que vira fio forte para suportar o peso na rede, Marta Tipuici fala da resistência de seu povo, sua relação com a avó e a esperança de voltarem a falar sua língua nas novas gerações.

Direção: Cledson Kajoli, Jackson Xinunxi e Marta Tipuici
Realização: Coletivo Ijã Mytyli de Cinema Manoki e Myky / LISA-USP

 

Pawaat - os segredos da medicina tradicional Cinta Larga
Duração: 13 min
Ano: 2015

Sinopse: Na Aldeia Roosevelt (RO), jovens acompanham os conhecedores das plantas de cura na mata aprendendo sobre o rico conhecimentos que os Cinta Larga possuem sobre os remédios e venenos das plantas.

Direção: Tony Cinta Larga
Imagens e Produção: Coletivo Akubaaj Cinta Larga de Cinema
Apoio: LISA-USP e ASCURI

 

Pirakuá - Os Guardiões do Rio Ápa
Duração: 11m14s
Ano: 2014

Sinopse: Na fronteira do Brasil com o Paraguai, os Kaiowá da Aldeia Pirakuá, foram incumbidos por Pai Kuará para cuidar do bem mais importante para os seres humanos, a Água. Confinados em seu território, eles cumprem a missão a eles designada, com muita luta e força, mantendo a mata de pé e sua cultura ecoando pelos serros da Fronteira, orgulhando os Donos da Água.

Direção: Gilmar Galache
Imagens: Ademilson Kiki Concianza e Gilmar Galache
Edição: Gilmar Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Tradução: Ademilson Kiki Concianza

 

Panambizinho - o fogo que nunca apaga
Duração: 12min13s
Ano: 2014

Sinopse: Quando Pai Kuará foi embora com sua mãe morar no Céu, deixou para o Povo do Mato, o Fogo. Mas a dádiva teve seu preço, cuidar dos Rios e Matas para que todos possam ter acesso a esse recurso. Hoje, Panambizinho possui quase nada de sua mata original, devido ao plantio de soja e milho pelos Colonos não-indígenas, que roubaram as terras tradicionais em todo Mato grosso do Sul. Mas ainda sim o Povo do Mato Original cuida do que restou, e procura caminhos para recuperar a Mata Verdadeira.

Direção: Gilmar Galache
Imagens: Ademilson Kiki Concianza e Gilmar Galache
Edição: Gilmar Galache
Produção: Associação Cultural de Realizadores Indígenas (ASCURI)
Tradução: Ademilson Kiki Concianza

 

Mãtãnãg, a Encantada
Duração: 28 min
Ano: 2019

Sinopse: Mãtãnãg, a Encantada acompanha a trajetória da índia Mãtãnãg, que segue o espírito de seu marido, morto por uma picada de cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual.

Direção: Shawara Maxakali e Charles Bicalho
Realização: Pajé Filmes
Pesquisa e Roteiro: Pajé Totó Maxakali Charles Bicalho
Produção: Charles Bicalho, Cláudia Alves, Marcos Henrique Coelho
Tradução: Charles Bicalho, Isael Maxakali, Sueli Maxakali
Consultoria Cultural: Isael Maxakali, Sueli Maxakali


08 de abril de 2021
Quinta | 19h
Transmissão:
Facebook do Centro de Artes UFF
Youtube da Ascuri Brasil

nac livre

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INGRESSOS

Inteira – R$ 16,00 | Meia – R$ 8,00
(Exceto segundas-feiras)

Segunda-feira  -R$ 5,00
(Promoção “Meia-entrada para todos”)

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