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Centro de Artes UFF

PERFIL

Criado em 1990, o Espaço UFF de Fotografia tem como objetivo aumentar o acesso do público e da comunidade artística a obras de fotógrafos profissionais de diversas regiões do Brasil e do exterior. Suas atividades são voltadas para o desenvolvimento de propostas que incluam a identificação e a divulgação de novas tendências, com foco na reflexão sobre a linguagem fotográfica, e a valorização da fotografia brasileira.

Entre os destaques da programação estão as edições do projeto Niterói Foto, realizado em parceria com outros espaços culturais da cidade. Os programas de oficinas com profissionais de todo o Brasil também marcaram época e foram fundamentais na formação de muitos jovens.

Na lista de nomes que já passaram pelo espaço estão não apenas profissionais renomados, mas também fotógrafos e artistas que encontram poucas oportunidades para apresentar sua produção autoral, tanto em exposições coletivas quanto individuais. Com a criação do curso de Artes da UFF, o Espaço UFF de Fotografia ganha uma nova dimensão como campo de experimentações para os estudantes da universidade.

RETROSPECTIVA

  • 1993
  • 1994
  • 1995
  • 1996
  • 1997
  • 1998
  • 1999
  • 2000
  • 2001
MUSAS INQUIETANTES
Fotografias de Emidio Luisi
Curadoria: Wladimir Catanzaro
(…) “Ao unir neste trabalho locais de São Paulo que o fascinavam a atrizes, modelos e bailarinas, Emidio Luisi produz, em algumas imagens, grafismos em composições onde a topografia do espaço é fundamental. Em outras, o grafismo se autonomiza e a presença das mulheres – as ‘musas inquietantes’ – se sobrepõe às formas arquitetônicas, revelando o experiente fotógrafo habituado a encenações, à teatralização e aos movimentos do corpo humano”. (Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Obs.: Acompanhando a mostra houve o lançamento da coleção de postais com imagens da exposição.
Período: 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 1993
KINOLOOKS
Marcos Bonisson
(…) “Marcos busca a instantaneidade insinuante desvendada na ‘melodia do olho’ em estado livre, permitindo uma reflexão ativa sobre a ação do tempo nos seres e objetos fotografados de uma tela de cinema”. (Rogério Sganzerla)
Período: 07 a 29 de abril de 1993
FOTOGRAFIA EM PAPEL RECICLADO
Marta Viana e Regina Alvarez
“Este trabalho veio complementar a pesquisa fotográfica de recursos básicos da impressão da imagem. A partir de cores e pigmentos, que se mesclam e se transformam na síntese final das formas impressas, a simplicidade encontrada na elaboração das folhas de papel, das câmeras artesanais, a luz do sol como impressora, me conduzem à essência que procuro”. (Regina Alvarez)
Período: 05 a 27 de maio de 1993
SINAIS VERMELHOS – SILVESTRE MACHADO
“A fotografia de Silvestre Machado é bem característica do estilo adotado pelos jovens brasileiros na década de 80 que, alheios aos arquétipos de neutralidade e fidelidade tão reivindicados pela fotografia documental, impõem uma outra relação com a imagem, redefinindo, desta forma, a essência da linguagem da nossa fotografia contemporânea”. (Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Período: 04 a 26 de agosto de 1993
RETRATOS QUASE INOCENTES
Fotógrafos: Alberto Coelho, América Cupello, Antônio Ribeiro de Oliveira Júnior, Bauer Sá, Eduardo Velasquez, Maria José Lessa, Roosevelt Nina e Silvia Tonin
Curadoria: Ângela Magalhães, Márcia Mello, Nadja Peregrino e Zeka Araújo
(…) “Retratos quase inocentes, título homônimo da mostra exibida no Museu da Imagem e do Som de São Paulo, em 1982, expressa, com suas imagens seriais, a busca de oito fotógrafos brasileiros que se utilizam do retrato para construir diversas narrativas, ora evidenciando aspectos do universo cultural, ora enfatizando um tratamento plástico e configurando símbolos gráficos – esboços da estrutura do corpo”. (Ângela Magalhães e Nadja Peregrino)

Período: 01 a 23 de setembro de 1993 (saguão do Cine Arte UFF)
01 de dezembro de 1993 a 14 de janeiro de 1994 (Galeria de Fotografia do IBAC)

ZÉ DE BONI – PAISAGEM MÁGICA
 
Fotografias da Chapada Diamantina
(…) “No projeto de compor a minha visão da paisagem natural brasileira, eu me deparo com o desafio de que cada foto transmita a síntese e a essência do objeto enfocado, ressaltando a sua virtude especial. E como ela será vista em outro contexto, eu ouso pretender que a imagem bidimensional gravada no papel, no quadro, no livro, cause no espectador a mesma impressão que o acidente natural me transmite”. (Zé De Boni)
Período: 06 a 23 de setembro de 1993
IZAURA GAZEN – VERSO DA COR
“Foram vários anos em preto e branco: Luz e sombra retratando cenas do cotidiano. (…) O encontro com a obra científica de Goethe (A Metamorfose das Plantas e a Teoria das Cores) são determinantes na mudança. O coração sente a necessidade da cor, redescoberta. Não apenas a decomposição da luz, mas a cor sombreada, nascida da oposição e complementaridade entre luz e treva”. (Izaura Gazen)
Período: 16 de março a 03 de abril de 1994
LUIZ BRAGA – ANOS-LUZ
“Sem exagero, acredito que a fotografia de Luiz Braga encarna hoje, ao lado do trabalho de alguns fotógrafos brasileiros, aquilo que se poderia chamar de uma fotografia com a cara do Brasil. Buscando inspiração na visualidade amazônica, este paraense traz com suas imagens o encantamento que sente diante da realidade cromática e fantástica de sua região, saboreando em cada ensaio, a cada exposição, a forma como o caboclo se pinta e cultua os objetos que ama, a mobília, a casa, a luz do lugar, a cor popular, a peculiariade da geografia sem relevo, a presença da água”. (Nadja Peregrino)
Período: 13 de abril a 05 de maio de 1994
MÁRCIO HUDSON – ESCULTURAS DE LUZ
“Nesta série, a fotografia que muitas vezes é vista como se fosse a própria realidade (e não apenas como representação de sua aparência, ‘maya’), é remistificada. E essa é uma das funções do fotógrafo de belas artes: remistificar a imagem. Desmistificá-la cabe aos semiólogos”. (Márcio Hudson)
Período: 20 de julho a 11 de agosto de 1994
JOÃO URBAN – SONHOS & FANTASIAS
(…) “é um conjunto de imagens extremamente agradáveis, lúdicas, muitas vezes sensuais, que permitem ao espectador o prazer da simples contemplação. Em Sonhos & Fantasias Urban demonstra coerência com seus trabalhos de cunho social, apostando numa visão íntima, simples e afetuosa da natureza e de pequenos detalhes do cotidiano”. (Paulo Máttar)
Período: 17 de agosto a 08 de setembro de 1994
PAISAGENS SILENCIOSAS
Fotógafos: Agnaldo de Paula, Bia Moraes, Carlos Lopes, Eurico Sales, Fernanda Magalhães, Juarez Cavalcante, Martinho Cairés, Oswaldo Hernandez, Pedro Sutter e Ricardo Siqueira
Curadoria: Ângela Magalhães, Márcia Mello, Nadja Peregrino e Zeka Araújo
“Grande parte dos fotógrafos que responderam à convocatória de portfólios realizada em 1993 pela Área de Fotografia da Funarte/IBAC e pelo Setor de Fotografia do Centro de Artes UFF, apresentaram trabalhos cujos espaços estão marcados pelo silêncio da paisagem. A fotografia é o que se vê mas, da mesma maneira, é também o que foi retirado pelo artista em sua opção pela ausência de elementos e pelo dinamismo do vazio”.

Período: 14 de setembro a 06 de outubro de 1994
Local: Espaço Aberto UFF

QUEM SOMOS NÓS – CELSO OLIVEIRA & TIAGO SANTANA
(…) “Em algum momento de nossa existência, a busca de identidade se torna uma questão particular e intransferível. A descoberta de nós mesmos – de nossas singularidades – se manifesta através a nossa consciência. Para Octavio Paz ‘quase sempre esta revelação se situa na adolescência (…). O adolescente se assombra com ser. E ao pasmo segue-se a reflexão: inclinado para o rio de sua consciência pergunta-se se este rosto que aflora lentamente das profundezas, deformado pela água, é o seu. A singularidade de ser – mera sensação na criação – transforma-se em problema e pergunta, em consciência inquisidora (…). O que somos e como realizaremos isto que somos?”. (Angela Magalhães e Nadja Peregrino)
Período: 19 de outubro a 17 de novembro de 1994
TOQUE TEMPO – ZEKA ARAÚJO
Período: 30 de novembro a 15 de dezembro
Exposições, produzidas pelo Setor de Fotografia, em outros locais:
ÍNDIOS KAMBIWÁ – A REALIDADE ESQUECIDA – WALLACE DE DEUS BARBOSA
(…) “Esta exposição visa mostrar ao grande público (…) a realidade dos povos que, com quase cinco séculos de contato com a população negra e de origem européia, lograram resistir culturalmente, contribuindo para a afirmação de nosso país como uma nação marcada pelo pluralismo cultural”. (Wallace de Deus Barbosa)
Período: 14 de setembro a 06 de outubro de 1994
Local: Espaço Aberto UFF
ROCHELLE COSTI – OPORTUNIDADES ÓPTICAS
Curadoria: Nadja Peregrino e Paulo Máttar
(…) “Na diversidade do trabalho de Rochelle podemos ver como a relação entre arte contemporânea e fotografia pode ser explorada ao infinito. Na construção e desconstrução do real, na associação de idéias ou imagens, na incorporação de múltiplos conceitos, na exploração de diversos formatos (instalações, objetos e obras bi-dimensionais), Rochelle parece considerar a imagem como um excesso de imaginação”. (Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Período: 14 de setembro a 06 de outubro de 1994
Local: Galeria de Arte UFF
VESTÍGIOS
Fotógrafos: Alceste Castellani, André Graupner Lenz, Celia Mello, Eduardo Fernandes de Mello, Monica Caldiron, Patrick Cosulich, Stela Cramer
Período: 05 a 25 de outubro de 1994
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
REGINA ALVAREZ – PASSAGENS
(…) “Passagens usa o suporte fotográfico sem o ‘túnel do tempo’, capaz de recriar cenários que se foram da memória coletiva. Uma lírica viagem ao elemento orgânico pelos caminhos dos papéis reciclados e tradicional. Anseio químico desta egressa das Belas Artes, onde a imagem impressa em papel caseiro é revelada em água corrente”. (Walter Firmo)
Período: 10 a 28 de janeiro de 1995
A FOTOGRAFIA NO CEN
Exposição de trabalhos de diversos fotógrafos no Centro de Tratamento de Imagens do Centro Educacional de Niterói.
Período: 18 de janeiro a 05 de fevereiro de 1995
CRIANÇA TAPEBA – JOSÉ ALBANO
Exposição selecionada na Convocatória Nacional de Portfólios 1994.
(…) “A simplicidade da composição, a questão da repetição e o tom sépia das cópias (que remete ao tom de pele dos índios), são a própria essência do trabalho. A busca da beleza e da dignidade é reiterada através do retoque, que elimina os vestígios de um certo abandono. Parece que cada foto pode condensar a afetividade e transcender o mero registro através da emoção”. (Angela Magalhães, Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Período: 19 de abril a 14 de maio de 1995
VIRANDO A LATA – PAULO HENRIQUE BATISTA
Período: 28 de junho a 16 de julho de 1995
A MODA COMO ELA É – CADU PILOTTO
“Fotografar um desfile de moda é como assistir a uma peça de teatro. A expectativa da entrada, a corrida pelos melhores lugares, a espera, o papo. Apagam-se as luzes – vai começar o show. As atenções voltam-se para um único ponto. A música abafa as vozes e instala-se o silêncio. Estamos ávidos para receber algo, sentir algo”. (Cadu Pilitto)
Período: 26 de julho a 20 de agosto de 1995
DIVAS DA CINÉDIA – EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA
Curadoria: Nadja Peregrino, Paulo Máttar e Aparecida Santos
“Comemorando os 100 anos de cinema e os 65 da Cinédia, o Setor de Fotografia e o Cine Arte UFF se unem e apresentam a exposição DIVAS DA CINÉDIA e uma mostra de seus filmes mais representativos. A coletânea de imagens – algumas inéditas – de atrizes que estrelaram produções do estúdio, denota o cuidado e o profissionalismo com que a Cinédia tratava suas contratadas. Seguindo a linha star system americano, a Cinédia criava uma aura de glamour em torno de suas estrelas”.
Período: 30 de agosto a 05 de setembro de 1995
IMAGENS DO CORPO
Fotógrafos: Almir Israel (DF), Maria José Lessa (RJ) e Maria de Fátima Almeida (SP)
Período: 27 de setembro a 28 de outubro de 1995
EM TORNO DE LIMITE – FOTOGRAFIAS E DOCUMENTOS DO FILME
Curadoria: Hernani Hefner e Robson Leitão Comemorando os 100 anos da história do Cinema e os 65 anos do filme Limite, dirigido por Mário Peixoto, esta exposição apresenta ao público uma série de imagens de “still”, feitas pelo fotógrafo Edgar Brasil, reproduzidas dos negativos de vidro originais, recuperados pelo Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte, juntamente com livros, documentos, roteiros e manuscritos originais do cineasta Mario Peixoto. Paralelamente à mostra, o Cine Arte UFF exibe o filme “Limite”, em cópia restaurada.
Período: 10 a 29 de novembro de 1995 Exposições, produzidas pelo Setor de Fotografia, em outros locais:
FOTOFAGIA – CAO GUIMARÃES & EUSTÁQUIO NEVES
(…) “a fotogafia contemporânea, mesmo quando faz uso dos meios tradicionais, trabalha com um conceito de imagem expandido em sua noção, sem dúvida, imanente a uma época que procura problematizar cada vez mais as relações entre arte e cultura. (…) É nesse campo expandido que se situam os trabalhos de Cao e Estáquio, nos quais a realidade se manifesta como um expelho partido, reproduzindo a perda daquela imagem única que por muito tempo constituiu o sagrado na fotografia. Para ver algumas de suas imagens é preciso deslocar o olhar de sua centralidade habitual, buscando na trama conceitual uma gama de relações com o indizível, o indeterminado, o impreciso daquilo que não se deixa ver, vinculando mais firmemente suas produções estéticas e fenômenos internos e contemporâneos”. (Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Período: 30 de agosto a 17 de setembro de 1995
Local: Galeria de Arte UFF

Período: 25 de setembro a 20 de outubro de 1995

Local: Galeria de Fotografia da Funarte (RJ)

CORES & GRAFISMOS
Fotógrafos: Antonio Fatorelli, Bia Moraes, Carlos Levitanus, Izaura Gazen, Mathilde Molla e Paulo Barreto
Período: 04 a 22 de outubro de 1995
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Galeria Quirino Campofiorito (Niterói – RJ)
LIMITES DO OLHAR – HERBERT MACÁRIO
(…) “A palavra cave deste projeto é ‘referência’. Procuro resgatar o referente do real. E a fotografia, por sua natureza físico-química, já o faz. É o índice de algo que existe ou existiu. Limitar a fotografia em seu processo tradicional é parar a expansão de sua própria linguagem. Fugir do ecletismo é mostrar, através de um meio racional, tecnológico e limitado, os pequenos detalhes do existir”. (Herbert Macário)
Período: 30 de agosto a 17 de setembro de 1995
Local: Espaço Aberto UFF
LUIS HUMBERTO – FEITO EM CASA
(…) “a foto-autobiografia de Luis Humberto se vê pontuada por diversas experiências na sua vida familiar. O afetivo se torna evidente na relação com as suas crianças mas, ao mesmo tempo, ele se deixa impregnar pela linguagem. O fotógrafo, arbitrando o olhar, materializa as cenas cotidianas em perspectivas oblíquas e corte abruptos, que desfazem, em muitos casos, toda a identidade dos personagens”. (Angela Magalhães e Nadja Peregrino)
Período: 29 de maio a 30 de junho de 1996
JOAQUIM PAIVA – VARIAÇÕES EM TORNO DE UM PERSONAGEM
Período: 10 de julho a 1 de setembro de 1996
ECOS – MARIE IWAKIRI
Período: 16 de outubro a 3 de novembro de 1997
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Niterói/RJ
A MAR – FOTOGRAFIAS EM POLAROID DE REGINA STELLA
Período: 6 de novembro de 1996 a 5 de janeiro de 1997
LILIA KAWAKAMI – CORPOS
Exposição integrante da Seleção Nacional de Portfólios (1996) da FUNARTE.
Comissão de Seleção: Isabel Amado (Galeria Fotóptica), Márcia Mello (MAM/RJ), Nadja Peregrino (Centro de Artes UFF), Ruth Lifschits (EAV/Parque Lage), Angela Magalhães, José Augusto R. Menezes, Regina Alvarez, Walter Firmo (FUNARTE)
Período: 22 de janeiro a 9 de março de 1997

 

SANDRA BORDIN – MATANÇA: INSISTENTE SONHO
Exposição realizada em parceria com a FUNARTE.
Curadoria: Angela Magalhães, Nadja Peregrino e Paulo Máttar
(…) “Partindo de influências como as de Andres Serrano, Joel Peter Witkin, Diane Arbus, Frida Khalo e Roberto Huarcaya, a fotógrafa gaúcha Sandra Bordin captura um vocabulário simbólico para expressar acontecimentos marcantes de sua própria vida. Na série denominada ‘Matança: inistente sonho’, isso é feito através de um cenário montado em estúdio, onde Sandra tenta reproduzir, através de modelos vivos e de si própria, dramas pessoais ligados à dor, à perda, ao sentido de precariedade do homem”. (Angela Magalhães, Nadja Peregrino e Paulo Máttar)
Período: 02 de julho a 24 de agosto de 1997
LEONARDO CRESCENTI – A PEDRA OUVE PASSAR O VENTO
Exposição integrante do projeto de itinerância da Casa da Fotografia FUJI.
Curadoria: Rosely Nakagawa
Período: 3 de setembro a 26 de outubro de 1997
APROPRIAÇÕES
Fotógrafos: Célia Freitas, Denise Adams e Júlio Alcantara
Exposição integrante da Seleção Nacional de Portfólios da FUNARTE (1996)
Curadoria: Angela Magalhães, José Augusto R. Menezes, Márcia Mello, Nadja Peregrino, Paulo Máttar, Ricardo de Holanda e Ruth Lifschits

Período: 12 de novembro a 14 de dezembro de 1997
Local: Espaço UFF de Fotografia

Período: 13 de janeiro a 6 de fevereiro de 1998
Local: FUNARTE – Galeria de Fotografia (RJ)

FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA DO PARÁ – NOVAS VISÕES
Grupo Caixa de Pandorra (Claudia Leão, Mariano Klautau Filho, Orlando Maneschy), Arthur Leandro, Flavya Mutran, Sinvall Garcia e Walda Marques
Curadoria: Angela Magalhães (Funarte), Nadja Peregrino e Paulo Máttar (UFF)
“Nas obras apresentadas há um deslocamento da fotografia tradicional para formas híbridas e sintetizadas. Trabalhos que operam com a idéia de peça única; imagens combinadas a processos mecânicos e artesanais; uso de suportes diversos como espelhos, cujas interferências nas fotos promovem o evanescimento do sujeito; fotos fundidas com outros materiais como a resina; construção de objetos fotográficos (…) estabelecem similaridades e distinções entre as diversas abordagens, que ressaltam as inúmeras possibilidades da exploração da fotogafia em seus aspectos espacial e tátil”.

Período: 12 de novembro a 14 de dezembro de 1997
Local: Galeria de Arte UFF

Período: 13 de janeiro a 6 de março de 1998
Local: Galeria Sergio Milliet (RJ)

RONALDO FERREIRA – ATRAVÉS DAS FORMAS
(…) “Combinando cor e forma, Ronaldo espera que a presença humana seja revelada nestas imagens que compõem a atual exposição, não como uma figura fundamental por si, mas pela totalidade com relação ao seu entorno”. (Jornal O Fluminense – 2o Caderno, 13/01/1998)
Período: 13 de janeiro a 15 de fevereiro de 1998
LILA SCHWAIR – “PINTURAS”
(…) “As fotografias ‘abstratas’ de Lila Schwair diferenciam-se, em vários aspectos, daquelas produzidas na primeira metade do século. O olhar revolucionário da fotografia, identificado com a arte moderna, apontou preferencialmente para a paisagem produtiva das cidades, e o desenvolvimentismo no Brasil permeou em muito as imagens produzidas pelos fotógrafos abstracionistas (…). No trabalho de Lila, não vemos as linhas retas e geometrizações em preto e branco, características da fotografia moderna. Vemos antes linhas inexatas, cores insuspeitas e texturas deterioradas de uma realidade em fim de milênio”. (Paulo Duque Estrada)
Período: 9 a 27 de setembro de 1998
JOÃO ROBERTO RIPPER – IMAGENS DA TERRA
Curadoria: Angela Magalhães, Nadja Peregrino
“A biografia do fotógrafo brasileiro João Roberto Ripper se confunde com a história política e social brasileira dos últimos 30 anos e é a fonte inspiradora de um extenso trabalho, cuja abordagem estética vai buscar na compreensão dos problemas sociais e na sua representação a maneira de colocá-los permanentemente em discussão”. (Angela Magalhães, Nadja)
Período: 25 de novembro de 1998 a 12 de janeiro de 1999
ISABEL PLÁ – ANCESTRAL
“As fotos de Isabel Plá têm um tempo, que é o tempo da espera ansiosa, da busca e da convivência. No primeiro contato, o Índio veio até ela, na cidade grande, e não o contrário. Da inesperada visão de uma índia, em pleno Campo de São Bento (Niterói-RJ), nasceu um interesse que se transformou num compromisso que a levou a pontos extremos do nosso território; Porto Seguro (BA), Angra dos Reis (RJ), Ilha do Bananal (MG), Amazônia. Conhecer o índio, estar perto dele, compreender e aprender.
As fotos de Isabel têm urgência, que é a urgência do resgate. Amparado por meses de pesquisa e orientado por indigenistas, este trabalho atinge o equilíbrio entre o enfoque antropológico e o olhar poético, emocionado”. (Paulo Duque Estrada)
Período: 11 a 28 de maio de 1999
LÍDIA JOSEFA
(…) “Olhar o chão: esse hábito, de alguns caminhantes, é o que Lídia Josefa propõe ao espectador. Para isso, ela traz para o espaço da galeria um pouco das nossas calçadas. Mas não se contenta em reproduzir fotograficamente os desenhos, recurso mais óbvio e mais fácil. (…) A solução encontrada pela artista, que sempre utilizou a fotografia em seus trabalhos, foi novamente lançar mão dessa técnica, mas não pelo processo direto. Lídia copia o desenho na própria calçada, em tamanho natural. Depois fotografa o entorno – céu, prédios, ruas etc. São essas imagens, rasgadas, que vão compor o mosaico”. (Paulo Máttar)
Período: 09 de junho a 02 de julho de 1999
CALEIDOSCOPIA MÍNIMA (POCKET VISION) – ODIRES MLÁSZHO
“Odires Mlászho é um jovem artista que se aventurou pelo mundo da fotografia para descobrir as coincidências e os acasos nascidos do excesso de imagens impressas nas últimas décadas. (…) Ele tem a paixão do experimentador e sua trajetória traz o tormento daqueles que ousam e se arrepiam com a eterna obsessão de criar o novo através dos desconhecidos íntimos”. (Rubens Farnandes Júnior)
Período: 14 de julho a 15 de agosto de 1999
MANLIO – VESTÍGIOS
(Memórias do Acaso)
(…) “Ao transportar a imagem fotográfica para um universo mais próximo das artes plásticas, Manlio delineia com maior precisão suas intenções. As imagens pedem mais do que a contemplação, pedem reflexão. Os textos que se interpõem às imagens reforçam este pedido, explicitam as questões do artista. Mais do que a somatória de fragmentos – imagens, matérias, textos -, o trabalho de Manlio é um todo que criteriosamente se articula no espaço desta instalação. Ele trabalha com conceitos, estética e textualmente, e convida o observador a refletir”. (Beatriz Lefévre)
Período: 25 de agosto a 26 de setembro de 1999
EVERALDO ROCHA – FOTOGRAFIAS
Período: 24 de novembro a 23 de dezembro de 1999
Local: Espaço UFF de Fotografia
Período: 8 de fevereiro a 31 de março de 2000

Local: Palácio Gustavo Capanema (Centro, RJ)

GENTE DE VRASÓVIA – AMÉRICA CUPELLO
Período: 29 de março a 7 de maio de 2000
 

TEMPORALIS – FERNANDO BRAUNE
(Foto-Instalação)
(…) “A investigação da temporalidade na duração perpassa todo este trabalho através das velocidades extremamente baixas do obturador (no máximo 1/30seg.). Assim, se por um lado a duração atua na desmaterialização corporal, por outro essa imprecisão dos contornos das imagens retira do objeto a sua memória real, criando o enigma da não apreensão, apontando para o não visívil. O que me proponho como investigação é construir as imagens através da matéria e da duração, colocando as formas em suspensão no constante jogo de revelar e ocultar, acentuando o entre, o intermédio, como condição de transitoriedade – efêmero como é a condição humana”. (Fernando Braune)
Período: 20 de setembro a 20 de outubro de 2000
78 ROTAÇÕES – PAULO MÁTTAR
“O Espaço UFF de Fotografia completou recentemente 10 anos de um trabalho voltado para a valorização da fotografia brasileira. (…) Paulo Máttar, ao lado de Nadja Peregrino, fundou e amadureceu o Setor de Fotografia do Centro de Artes UFF, tornando-o referência nacional. Por princípios éticos, jamais realizou uma exposição individual no espaço que ele ajudou a criar, apesar de sua larga experiência como artista plástico. Hoje afastado do setor, mas em intensa atividade, Paulo se permitiu aceitar nosso convite que, além de uma homenagem, é também uma celebração. A Paula e Nadja, nossa gratidão carinhosa”. (Paulo Duque Estrada e Robson Leitão)
Período: 8 de novembro de 2000 a 14 de janeiro de 2001
LUZ & CORPO – EGAMMA
“Estudando o processo de inversão de cor sobre suporte fotográfico aliado a um trabalho plástico de pintura sobre o corpo, o fotógrafo expõe a suavidade da forma humana na condição de intersecção entre o claro e o escuro valorizado por um forte efeito de cor e luz”. (Texto do convite)
Período: 14 de fevereiro a 25 de março de 2001

CARVOARIAS URBANAS – SANDRA GONÇALVES
(…) “Dominando perfeitamente seu instrumento criativo, Sandra Gonçalves realizou um ensaio que une o olhar solidário ao tratamento visual arrojado e plasticamente bem equacionado, singularizado pelo emprego da cor quando o próprio negror do carvão parece clamar pelo uso do preto & branco. Embora deixe os elementos da composição ainda identificáveis, sua abordagem não tem nada de antropológica ou estritamente documental, procurando criar um universo expressivo próprio.”. (Pedro Karp Vasquez)
Período: 25 de abril a 03 de junho de 2001
UMA OUTRA CHINA – ANTÔNIO AUGUSTO FONTES
“Antônio Augusto Fontes é membro de uma talentosa geração de fotojornalistas que sabem conciliar informação, plasticidade e um profundo respeito àqueles que são fotografados. (…) Em seu trabalho, articula elementos que revelam seu agudo senso crítico, além de sua lucidez social e política, aliados muitas vezes a um lirismo quase bucólico. Neste ensaio sobre a China pós-abertura econômica, ele compartilha de seu entusiasmo por esse gigante asiático mergulhado em uma rápida e avassaladora transição”. (Paulo Duque Estrada)
Período: 20 de junho a 15 de julho de 2001
MAR – MANUEL MAGALHÃES
“Manuel Magalhães é português e como todo bom lusitano tem pelo mar uma enorme fascinação. Fascinação esta que pode ser percebida em suas fotos aquareladas, encantando, como sedutoras sereias, todos que as observam com cuidado. (…) Seu mar é como um sonho que, não conhecendo limites, invade o mundo real, quebrando barreiras, redimensionando a orla, que inutilmente tenta separá-lo da terra firme. Manuel Magalhães navega, como marinheiro experiente, por esse vasto mar e revela sua alma”. (Robson Leitão)
Período: 25 de julho a 2 de setembro de 2001

 

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MEMÓRIA

JUNHO
17 – “A Arte Pobre” com esculturas de José Augusto Lagoeiro.
AGOSTO
13 a 22 – Oficina de fotografia e expressão pessoal coordenada por Zeka Araújo no Museu do Ingá, organizada pelo antigo Setor de Fotografia.
AGOSTO
11 a 13 – Oficina de concepção e montagem de portfólios e exposições realizada no Museu do Ingá, com coordenação de Ângela Magalhães, Marcelo Camargo e Nadja Peregrino.
JANEIRO
13 a 12 de fevereiro – O fotógrafo Emidio Luisi exibe seus trabalhos na mostra “Musas inquietantes”.
ABRIL
7 a 29 – “Kinolooks” apresenta trabalhos do fotógrafo e videomaker Marcos Bonisson.
SETEMBRO
1 a 23 – Como parte do Niterói Foto 93, o Espaço UFF de Fotografia recebe a exposição “Retratos quase inocentes”, com trabalhos de Alberto Coelho, Silvia Tonin e Eduardo Velásquez, entre outros.
OUTUBRO
18 a 22 – Oficinas “A experiência do olhar”, com Antônio Fotarelli, e “Trabalho de autor”, com João Roberto Ripper, na Escola de Arquitetura.
6 a 28 – “Zé de Boni – Paisagem mágica” exibe fotografias da Chapada Diamantina. A exposição é parte do Niterói Foto 93.
MARÇO
16 – Exposição “Verso da cor”, com fotografias de Izaura Gazen.
ABRIL
12 – Exposição “Anos luz”, com fotografias de Luiz Braga.
MAIO
11 a 12 de junho – Exposição “Esculturas de luz” apresenta o trabalho do fotógrafo Márcio Hudson
JUNHO
8 a 30 – “Sonhos fantasias” traz fotografias de João Urban.
AGOSTO
17 a 8 de setembro – Fotografias de Zeka Araújo reunidas na exposição “Toque tempo”.
SETEMBRO
15 a 6 de outubro – “Paisagens silenciosas” apresenta fotografias que demonstram o silêncio.
16 a 18 – Oficina de estudo técnico da luz natural, realizada por Mário Espinosa no Centro Educacional de Niterói.
OUTUBRO
19 a 17 de novembro – “Quem somos nós?”, de Celso Oliveira e Tiago Santana, retrata o universo do homem nordestino.
NOVEMBRO
11 a 29 – “Em torno de Limite” reúne fotografias e documentos do filme de Mário Peixoto.
NOVEMBRO
25 a 12 de janeiro de 1999 – Em “Imagens da terra”, João Roberto Ripper aborda problemas sociais através do fotojornalismo.
MAIO
11 a 28 – Comunidades indígenas são o tema das fotografias de Isabel Plá na exposição “Ancestral”.
JULHO
15 a 15 de agosto – O espaço recebe “Caleidoscopia mínima (pocket vision)”, de Odires Mlászho.
AGOSTO
25 a 26 de setembro – A forma como lembramos do passado é abordada na exposição “Vestígios – Memórias do acaso”, de Manlio.
SETEMBRO
21 a 2 de outubro – Felipe Braune apresenta a foto-instalação “Temporalis”.
NOVEMBRO
8 a 14 de janeiro de 2001 – Um dos fundadores do Setor de Fotografia do Centro de Artes UFF, Paulo Máttar apresenta seus trabalhos na exposição “78 rotações”.
ABRIL
25 a 3 de junho – As desigualdades sociais na cidade do Rio de Janeiro aparecem na exposição “Carvoarias urbanas”, de Sandra Gonçalves.
JUNHO
20 a 15 de junho – “Uma outra China” reúne imagens da China pós-abertura econômica capturadas pelo fotojornalista Antônio Augusto Fontes.